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03 outubro 2018

Espetáculo "Incelença" na Uneal

Hoje, 03/10, às 19h, estaremos participando da programação do IV Erelin e o Enped com o espetáculo "Incelença" na Universidade Estadual de Alagoas - UNEAL.

Convide suas amigas e amigos de União dos Palmares.

Agradecemos a todos professores e professoras pelo apoio e convite e em especial a Nilton Resende que mediou essa oportunidade.

Camuzp - Campus Zumbi dos Palmares da Universidade Estadual de Alagoas.




17 setembro 2018

Sobre o filme "O caso do homem errado" por Rayane Góes

Sobre o  filme O Caso do Homem Errado. 


Eu Rayane Goés, Sou Feminista, sou militante atriz e também gestora do Coletivo Volante que é sediado aqui na cidade de Maceió. Temos o  espetáculo "Incelença", que fala sobre o genocídio negro na voz dessas mães que perderam seus filhos vítimas  da violência polícia. Minha luta se faz muito através de "Incenlença". Faço Teatro e uso a minha arte na labuta diária para o mundo não mudar quem sou. Nós do Coletivo Volante usamos nossa arte para o mundo não mudar quem somos.  E sim, também usamos nossa arte para nos posicionarmos e lutarmos pelo que acreditamos. Me sinto feliz e contemplada quando vejo em outras esferas artísticas uma obra de arte que é também ferramenta de luta das mazelas diárias de nossa realidade. 
Ontem dia 16 de setembro tive a oportunidade de assistir a esse filme " O caso do Homem errado" da diretora Camila de Moraes,  após o filme o debate com a diretora, no Espaço Arte Pajuçara. 
E por tudo isso acredito que esse filme é de extrema importância. É essencial para que todos assistam, pois ele traz um caso de assassinato de um jovem negro, Júlio César de Melo Pinto, nos anos 1980. Mas casos assim acontecem todos os dias em várias partes do Brasil. Acontece todos os dias em Alagoas, em Maceió. Estão matando nossos jovens negros. Estão exterminando nossos jovens negros. A cada 4 mortes por minuto, 3 são negros e em sua maioria vítimas da violência Policial, vítimas de um sistema corrupto e de uma estrutura de poder branca.
 A partir de quinta-feira dia 20/09, no Arte Pajuçara, às 19h, começará a exibição desse filme potente e essencial. Um filme independente e de grandiosa importância social e militante. Vamos fazer com que filmes assim, ocupem esses espaços. Ele ficará uma semana em sessão. Mas precisa de público para permanecer mais semanas. Cada pessoa só tem a ganhar assistindo esse filme.  Filme de uma diretora negra guerreira, #camilademoraes , que vem lutando por esses espaços, por seus direitos, por seus lugares de fala. E pelo direito do seu povo em viver, ser, falar e estar onde quiserem estar.  Gratidão, Camila Moraes, por sua arte necessária em nós.
Por: Rayane Góes
#ocasodohomemerrado



Sobre o  filme O Caso do Homem Errado. 

Sinopse: Júlio César de Melo Pinto, o operário negro que foi executado em Porto Alegre pela Polícia Militar, nos anos 1980. A história do jovem é contada através de depoimentos como o de Ronaldo Bernardi, o fotógrafo que fez as imagens que tornaram o caso conhecido, o da viúva do operário, Juçara Pinto, e de nomes respeitados da luta pelos direitos humanos e do movimento negro no Brasil. (Sinopse tirada da página Adoro Cinema)

 A partir de quinta-feira dia 20/09, no Arte Pajuçara, às 19h, começará a exibição desse filme potente e essencial. Um filme independente e de grandiosa importância social e militante. Vamos fazer com que filmes assim, ocupem esses espaços. Ele ficará uma semana em sessão. Mas precisa de público para permanecer mais semanas. Cada pessoa só tem a ganhar assistindo esse filme.

Da diretora: #camilademoraes 
#ocasodohomemerrado





04 setembro 2018

Sobre encontros e afetamentos de "Incelença" em Arapiraca - AL.


Há dois anos atrás íamos a Arapiraca pela primeira vez com o Coletivo Volante de Teatro para apresentar no meio de uma praça o nosso primeiro espetáculo, o “Volante”, que dá nome a esse coletivo.

Deslocar-se facilmente, atirar-se, buscar habilidades para o voo.... Isso é o que nos propõe esse nome que o coletivo recebe, isso tem sido também a nossa busca e missão.
Deslocar-se facilmente e atirar-se em busca de uma proximidade com um público desconhecido, seja ele quem for, seja aonde estiver.

O projeto Aldeia Arapiraca do SESC AL nos proporcionou esses momentos, pois no dia 02 de setembro de 2018 estávamos lá pela segunda vez para reencontrar esse público e se lançar nos braços de um outro público que não conhecíamos.

Em 2016, ano em que iniciamos a montagem do espetáculo “Incelença”, Alagoas aparecia com 6 das 20 cidades mais violentas do Brasil nos dados do Mapa da Violência elaborado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso). Nesse mapa Arapiraca era a 18º cidade mais violenta para se viver no Brasil. Vale ressaltar que esses dados são de 2016.

“Incelença” parte dessa inquietação com esses dados e o constante aparecimento de Alagoas entre os lugares mais violentos para se viver.

Recentemente um levantamento feito Datafolha e divulgado pelo jornal Folha de S.Paulo no dia 21 de agosto desse ano mostrou que o governo alagoano está entre os estados mais ineficientes do País na relação entre recursos financeiros e cumprimento de políticas públicas. Leia mais AQUI!


Estávamos em Arapiraca para falar sobre essas vidas e não podemos de deixar de falar que são vidas de jovens negros e periféricos. E não podemos esquecer que por aqui, nesse estado, a cada 13 pessoas assassinadas por ano, 12 são negras e periféricas.

O SESC AL escolheu para nossa apresentação a Casa de Caridade de Candomblé Ilê Axé Dará Xangô Oya, uma ong localizada no Bairro da Vila Contente que tem como liderança o Pai Alex. 

Aqui em Alagoas as Casas de Ilê Axé possuem um trabalho forte e socialmente importante dentro dos bairros periféricos, pois em sua maioria estão localizadas dentro dessas periferias e realizam trabalhos espirituais e sociais de acolhimento e construção de dignidade humana e autonomia. Cada Casa dessas, visto que conhecemos algumas também aqui em Maceió e Viçosa, lugares que temos mais acesso, possuem esse trabalho tão importante.



Saíamos em direção a Vila Contente, no caminho estrada sem asfalto, uma estrutura de amontoado de sucatas, dentre outras coisas.

Crianças brincando na rua.

Fomos recepcionados por Sandra, esposa do Pai Alex, e quem coordena muitas ações dentro do espaço. Sandra nos acolheu de coração aberto. Esteve ao nosso lado o tempo todo e cuidando para que nos sentíssemos em casa. A ONG Casa de Caridade é um espaço lindo.

Foto de Fernanda Vasconcelos


Pai Alex chegou. Acolheu-nos, fez algumas perguntas e retirou-se. Soprou no ar fumaça de bênçãos, proteção e retirou-se.

Continuamos pelo tempo respirando as energias boas daquele lugar. Dentro de mim habitava uma felicidade por estar ali, porque algo me dizia que algo aconteceria e nos afetaria de alguma forma.

Pai Alex retornou mais uma vez. Observou nosso material de cena espalhado pelo chão e direcionou seu olhar a uma matraca que usamos. Foi direto ao objeto e nos contou:

“Eu sou o último encomendador de almas da região”.

Contou-nos a história da matraca em sua vida, contou para que era usada, quem a usou, e sua importância em um contexto um pouco esquecido de muitos de nós. Falou-nos dos cantos das incelenças, rememorou muitas coisas, presenteou-nos com essas memórias e retirou-se mais uma vez para só retornar quando iniciássemos nossa missão.

As crianças iam e vinham dentro do salão. Sandra já mobilizava a comunidade para que vinhessem pela noite assistir. Para as crianças ela dizia:

“Só entram se trouxerem um adulto para acompanhar”.

E ali naquelas palavras iniciou-se também a missão das crianças de convencer um adulto para trazê-las para assistir.

“O Helicóptero da polícia vem por aqui direto”, falava-nos Sandra.

Aos poucos contava-nos de mães que perderam seus filhos e filhas e do constante crescimento da violência naquele espaço.

“Incelença” já havia começado desde o momento que pisamos naquele chão.

Anoitecia na Vila Contente.

Pessoas de outros bairros da cidade, ou “pessoas da rua” como costumam chamar as pessoas de outros bairros os moradores da Vila Contente, vinham em seus carros e caronas para assistirem ao espetáculo. Algumas perguntavam “temos que esperar a peça começar aqui fora mesmo?”.

A comunidade se aproximava do portão de entrada para o espetáculo.

“Incelença” aconteceu. Salão lotado.

Foram 50 minutos de espetáculo.

Foram 2 horas de conversa com o público.




Pai Alex compartilhou conosco sua história como encomendador de almas. Contou-nos a história da Vila Contente, que ainda é conhecida como “Cabaré Velho”, mas que seu primeiro nome sempre foi “Vila Contente”.




Falou-nos sobre a violência no bairro e principalmente sobre a violência na cidade. A exclusão e a marginalidade da “Vila Contente” dentro da cidade de Arapiraca.

Foto de Lili Lucca


Houve uma explosão de depoimentos e inquietações no público presente. As pessoas que assistiram a peça continuavam ali para falar sobre seus cotidianos.

Foto de Lili Lucca



Pai Alex dizia:

“Essa mãe daí da peça que lava a roupa mora aqui.

Essa mãe da feira também mora aqui.

Essa mãe que procura a filha mora aqui também”.

No meio desse turbilhão estava Zilma.

Zilma perdeu seu filho para a violência.

Zilma estava ali o tempo todo assistindo, escutando.

Zilma vibrava dentro de nós.

Uma hora quando alguém da plateia, que não mora na Vila Contente, compartilhou que a partir daquele momento olharia criticamente a situação da violência em sua cidade e que antes não havia prestado atenção ou dado importância as coisas que aconteciam com pessoas negras e periféricas.

Zilma olhou para a pessoa e perguntou duas vezes:

“Você nunca se colocou no lugar outra pessoa?

Você nunca se colocou no lugar de outra pessoa?”.

Pai Alex com a ajuda de um senhor cantou-nos duas incelenças.

Zilma permaneceu por ali escutando. Levantava. Fumava um cigarro e voltava a sentar conosco.

Foram cerca de três horas com a gente ali se olhando no olho, construindo um novo olhar sobre as coisas, desconstruindo olhares, permitindo-se estar errado, reconhecer nossos erros, nossos privilégios e tentando entender algo além do que mostrou ali na peça.

Estávamos na Vila Contente rodeados com mães como Zilma que carregam a dor de perder alguém que colocou no mundo.

Incelença para nós ganha novos caminhos a cada encontro como esse.

Incelença é para Zilma.

E Zilma pergunta a mim e a você:

“Você nunca se colocou no lugar de outra pessoa?

E o que a gente faz quando o encontro com o outro nos afeta e nos pede uma reação a tudo isso que está aí exposto na nossa cara, no nosso lado?

Bruno Alves


29 julho 2018

Bate-papo após "Incelença" no SPBC

Nossa gratidão a todas as pessoas que estiveram conosco no último dia do SBPC durante a apresentação de "Incelença". 
Esse registro foi do momento do bate papo ao final do espetáculo.




25 julho 2018

Coletivo Volante de Teatro no SBPC Cultural



Estamos na programação do SBPC Cultural!
1) Sexta-feira - Dia 27/07 às 15h30min na Sala Teatro 1: Conversa de coxia: Teatro Alagoano, história e perspectivas.
2) Sábado - Dia 28/07 às 18h Espetáculo "Incelença" no Bloco de Direito.
Mais informações:

16 julho 2018

"Incelença" estará no CineDebate do Coletivo AfroCaeté

Coletivo Afrocaeté convida:



Nessa segunda edição do CineDebate AfroCaeté em 2018, temos a alegria de estreitar laços com dois grupos que admiramos muito, o Quiprocó Filmes (RJ) e o Coletivo Volante (AL). 

Os tempos estão cada vez mais sombrios e o genocídio da juventude negra continua em escalada em Alagoas. A violência está cada vez mais presente na vida de todas e todos nós, mas as vítimas ainda são majoritariamente negras. 

Não só os que se vão sofrem perdendo o direito ao bem mais fundamental - a sua própria vida, também os que ficam sofrem. A violência ganha novas formas e ataca por meio da indiferença, conivência e/ou da ação do direta do Estado, que deixa cada vez mais famílias de pessoas negras sem respostas; e muitas vezes o luto tem que ser elaborado sem que haja investigações ou mesmo o direito de velar as vítimas.

O tema é urgente, e a luta mais ainda.

Por isso convidamos você para assistir ao lançamento do documentário Nossos Mortos Têm Voz - Filme. A partir do depoimento dos familiares e imagens de arquivos o curta documentário pretende resgatar a memória dessas vidas interrompidas trazendo uma visão crítica sobre a atuação da polícia na Baixada Fluminense, sobretudo no que diz respeito a violência contra jovens negros.

Em seguida, veremos uma intervenção do espetáculo Incelença, que a partir dos dados do Mapa da Violência em Alagoas, mergulha na história de mães que perderam seus filhos e filhas para a violência. Corpos de atrizes e atores do Coletivo Volante de Teatro, são instrumentos de propagação dessas histórias.

Logo após às exibições, teremos um debate. Em breve divulgaremos nossos(as) debatedores(as).

Além disso, como de costume, o microfone fica aberto para intervenções livres, acompanhadas de um batuque do Coletivo AfroCaeté.

A entrada é gratuita e sua presença muito importante.

Até lá!

14 julho 2018

Bate-papo sobre Incelença no Quintal Cultural

Nossa gratidão a todas as pessoas que testemunharam conosco essa narrativa.

Registro de nosso bate - papo no final do espetáculo "Incelença". 





#TeatroMaceió 
#Teatro 
#TeatroAlagoano 
#Maceió 
#Mcz 
#Alagoas 
#MaceióAlagoas


Incelença por Nereu Ventura

Apresentação do espetáculo "Incelença" no Quintal Cultural.
Este importante trabalho do Coletivo Volante fala sobre a violência que atinge a juventude periférica, através dos relatos das mães desses jovens, que também são vítimas do sistema excludente em que vive a nossa sociedade.

É impossível assistir sem se sentir tocado pela dor dessas mulheres. A excelente atuação das atrizes/atores nos leva a um sentimento de empatia que nos transforma e humaniza.
A peça será apresentada mais uma vez neste próximo sábado dia 14, às 19h30 no Quintal Cultural, um espaço simbólico de resistência na periferia de Maceió.
Contribuição mínima de R$ 2,00












08 julho 2018

1 ano do Espetáculo "Incelença"


No dia 7 de Julho de 2017 estreávamos o espetáculo "Incelença" no Porão do Teatro Deodoro aqui em Maceió.
Ontem, um ano depois, estávamos no Quintal Cultural celebrando esse um ano de estreia, de encontros, de descobertas e aprendizados.
Cada novo espaço que vamos é um momento de aprendizado.
Somos agradecides a cada pessoa que construiu conosco essa narrativa.
Próximo sábado tem mais uma apresentação no Quintal Cultural, no Bairro Bom Parto, às 19h30min.
A fotografia é do querido Cleiton Rodrigo Silva que tanto nos ajudou e acolheu.


28 junho 2018

As Cigarras Gritam!


Foi no mesmo jornal!

De um lado o “alívio no final” pela vitória do Brasil, do outro dona Maria José buscando respostas para o desaparecimento de seu filho.

Davi da Silva desapareceu há quatro anos após uma abordagem policial aqui em Maceió.

A luta e força de dona Maria nos inspirou a construir “Incelença”.

No Rio de Janeiro outra mãe perdeu seu filho a caminho da escola, baleado pela polícia.
Outras mães perdem todos os dias seus filhos e nós nem sabemos.

São semanas de gritos de gol e de gritos de dor. Tudo muito junto e misturado, como no jornal.

As cigarras gritam!



16 junho 2018

Gratidão, Aldeia Treme Terra!

Hoje o Facebook nos lembrou dessa foto postada justamente no dia 16 de julho de 2017.
Estávamos em período de ensaios e construção para a estreia lá dentro do Porão do Teatro Deodoro do espetáculo ""Incelença" que estava marcada para 07/07/17.

Essa postagem é também para agradecer.

Agradecer pelos dias que passamos em Penedo na Aldeia Treme Terra do @sescalagoas 
Mais um passo nessa caminhada, mais um encontro que torna a nossa jornada mais forte e cheia de ternuras e afetos.

Agradecer a equipe de cultura do sesc pela oportunidade nas pessoas queridas de @magnunangelo
@drica2222
e @fbriciob

Agradecer ao público de Penedo por toda partilha. 
Como nos tocou e fortaleceu esse encontro! 
Apresentamos em um espaço carregado por uma história de opressão e que um dia abrigou uma prisão. Foram/É por essas vozes que estávamos ali e isso nos tocou de uma maneira que ainda reverbera em nossos corpos e mentes. 
É também para agradecer a todas as pessoas que fazem esse espetáculo. Que esse amor nos fortaleça, nos ensine, nos torne pessoas melhores  e que juntes possamos compartilhar muitos sentimentos, descobertas e apoios nessa vida.

Gratidão e amor! ❤️🏵️ 


#TeatroAlagoano
#Teatro
#AldeiaTREMETERRA
#espetaculoincelença
#ColetivoVolantedeTeatro
#ColetivoVolante4anos 
#PenedoAlagoas 
#MaceióAlagoas 
#Maceió
#Alagoas

15 junho 2018

Incelença hoje em Penedo


Penedo, chegamos! 
HOJE, Dia 15 de Junho o Coletivo Volante de Teatro  apresenta o espetáculo "Incelença" no ALDEIA TREME-TERRA 2018 realizado pelo SESC Alagoas. Te aguardamos às 18h na Casa da Aposentadoria, a entrada é gratuita. Sejam nossas Testemunhas.
18H - Casa da Aposentadoria
As fotomontagens que ilustram este post foram feitas por Nivaldo vasconcelos em cima de uma foto de uma parede da Pedreira em Penedo,tirada por ele mesmo no ano de 2013*. 
#incelença #Penedo #Treme-terra #coletivovolante

*Foto Original - Nivaldo Vasconcelos - em Penedo 2013

14 junho 2018

"Incelença" em Penedo

Penedo, estamos chegando! 
Amanhã, Dia 15 de Junho o Coletivo Volante de Teatro  apresenta o espetáculo "Incelença" no ALDEIA TREME-TERRA 2018 realizado pelo SESC Alagoas. 
É uma grande alegria apresentar pela primeira vez fora de Maceió este trabalho que vem causando muita reflexão por onde caminha e que continuamente vem nos remexendo como pessoas e artistas.
É esta qualidade de revolver que Incelença tem, que nos faz querer gritar  o canto das Cigarras que choram seus filhos levados pela violência. 

15/06
18H - Casa da Aposentadoria
INCELENÇA
Coletivo Volante – AL
Teatro/50 min/14 anos
Direção - Gessyca Geyza
Texto - Bruno Alves
Elenco - Gessyca Geyza, Bruno Alves, Nathaly Pereira, Rayane Góes, Wanderlândia Melo e Nivaldo Vasconcelos

#incelença #Penedo #Treme-terra #coletivovolante