Saiu a #Textão!
Acesse no link:
http://online.fliphtml5.com/eojs/dift/
Uma palavra/ação de cada vez. Assim vamos fortalecendo a nossa caminhada.
A edição número dois celebra a existência em teatro e principalmente a resistência.
A Cia Do Chapéu celebra em 2017 seus 15 anos de teatro em Alagoas. Compartilham conosco aqui na revista memórias desse caminho de descobertas e aprendizados. Eles com suas/nossas histórias nos formaram e incentivaram a continuar. Estão aqui para dizer que juntos nós podemos ir mais longe.
Leandro Silva, um artista bonequeiro inquieto e persistente, nos fala de sua experiência com o espetáculo “Devaneios” do Grupo Fuzuê Teatro de Animação que possui sede na cidade de Porto Alegre – RS. Saber os caminhos percorridos na construção do espetáculo e perceber as inquietações do grupo nos faz ter impulso para ousar vivenciar experiências cada vez mais fortes.
Adélia Nicolete contribui conosco mais uma vez. Ela mediou uma entrevista com o dramaturgo Luís Alberto de Abreu. Ler a entrevista dele nos mostra horizontes que a sua experiência vem descobrindo nesses anos de escrita para teatro. Somos muito gratos por essa oportunidade de aprendizado.
Compartilhamos com vocês um texto que escrevi em 2015, chamado “Sinantropia, ou Corpo de Gente”. Esse texto virou material audiovisual no projeto ”Texto Ex Machina”. Na época em que escrevi vivenciava com Rayane Wise e Wanderlândia Melo um estágio na Secretaria Municipal de Educação de Maceió. Nossas conversas, vivencias e percepções do nosso espaço tentei transformar em cenas que as mesmas atrizes deram vida no projeto audiovisual. Não esqueça também de assistir o episódio na nossa página no facebook e no canal do youtube.
Nivaldo Vasconcelos, que além de ser responsável pela diagramação e arte da revista, nos traz mais uma dica valiosa de filmes para nossos estudos.
Em #ProntoFalei escrevo sobre os caminhos de construção de “Incelença”, o novo espetáculo do Coletivo Volante de Teatro.
Tem também uma galeria linda da passagem do grupo Clowns de Quinta pelo Teatro Deodoro é o Maior Barato.
A número dois está aqui prontinha para você descobrir nesses próximos meses!
Não esqueça que esse espaço também é seu, então, nos envie sua experiência com teatro. Nós vamos adorar recontar por aqui!
Bruno Alves
coletivovolante@gmail.com
Mostrando postagens com marcador Cia do Chapéu. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cia do Chapéu. Mostrar todas as postagens
04 julho 2017
20 novembro 2016
Vai começar o FESTAL!
Nessa segunda-feira dia 21/11 e até o dia 26 acontece o Festival de Teatro de Alagoas - FESTAL!
Confere a programação e vem com a gente!
Marcadores:
Cia da Meia Noite,
Cia do Chapéu,
Coletivo Volante de Teatro,
FESTAL,
Festival de Teatro de Alagoas,
Maceió,
Teatro,
Teatro Alagoano
12 fevereiro 2016
Relatos sobre o "Chá da Tarde"
![]() |
“Nada Acontece Mesmo Por Aqui?!” |
Aconteceu no último 28 de janeiro a 8º edição do “Chá da Tarde” com o tema “Nada Acontece Mesmo Por Aqui?!”, organizado pela Cia do Chapéu no Complexo Cultural do Teatro Deodoro aqui em Maceió.
O “Chá da Tarde” é um momento de confraternização entre os artistas das Artes Cênicas de Maceió, no qual dialogamos os pontos positivos e negativos do último ano de produção na cidade. É um ambiente descontraído, com conversa séria e informal, com muito papo sobre arte, sobre desejos, sonhos e indignações.
No “Chá” tem espaço para muitas questões e todas por lá são bem vindas, visto que dentre os espaços de tentativas de diálogos é este o que mais agrega pessoas e mais tem continuidade.
O “Chá da Tarde” possui uma fórmula que há oito anos vem mobilizando e atraindo gente. Todo ano eu espero por esse momento. A gente se sente em casa no “Chá da Tarde” é como uma conversa numa mesa de bar com amigos.
Esse foi o segundo ano que participei, dessa vez fui como convidado a participar "da mesa" representando o “Coletivo Volante”. Fiquei lisonjeado com o convite.
Demos início por volta das 19h.
Thiago Sampaio deu abertura ao encontro falando da escolha do tema que se deu por no último “Chá” terem surgidos muitas falas em que se colocavam em um lugar que nada acontece. Este ano já que aparentemente "nada acontece" a Cia do Chapéu decidiu não exibir na abertura do encontro o video que faz um resumo dos acontecimentos teatrais da cidade no último ano.
Thiago apresentou a mesa composta por David Oliveira (Clowns de Quinta), Waneska Pimentel (Associação Teatral Joana Gajuru) e o mediador Flávio Rabelo (Cambar Coletivo).
Antes das falas da mesa foi lida por Thiago a carta de Anderson Vieira (Claricena) que por questões geográficas não pode estar presente no encontro representando seu grupo. A carta pode ser lida clicando AQUI!
![]() |
| Todas as fotografias são de André Cavalcanti |
David Oliveira abriu sua fala
questionando o próprio tema e revertendo a pergunta ao dizer: “Mas quem diz
isso?”. Mostrou-se otimista com o espaço de construção do ano de 2015, falou da
precariedade de algumas obras, da necessidade de ter tempo para se debruçar
sobre o fazer artístico para aperfeiçoar. Sua pergunta do “Quem diz isso?”
reverberou ao longo do encontro com uma tentativa de se entender de onde viriam
esses questionamentos ao dizer que por aqui as coisas não acontecem.
Tentei me responder a essa
pergunta que o tema do encontro prôpos. Achei a provocação importantíssima para
esse nosso momento de começo de ano.
Comecei dizendo que as coisas
acontecem por aqui!
Em 2015 tivemos um ano muito
movimentado para as Artes Cênicas em Alagoas.
Em abril e maio o Palco Giratório
do SESC acoplou durante todo o mês atividades de formação com artistas das mais
diversas regiões do país, além de uma programação intensa de espetáculos. O
SESC ainda possibilitou a Oficinas de Dramaturgias em Dança e em Teatro com
Vinícius Souza, da qual nasceu o Clube de Dramaturgia que continua investigando
a escrita em teatro.
É também no mês de maio que a
Associação Teatral Alagoana - ATA realiza o Maio Teatral com atividades em
comemoração ao aniversário do grupo e a data estadual do teatro alagoano.
Tivemos a Mostra Nacional de
Vídeos sobre Intervenções e Performances - Mostra IP que tem como produtor local o Coletivo Careta.
Em agosto recebemos o Festival do
Teatro Brasileiro – FTB com espetáculos da Paraiba e oficinas de formação de
artistas e plateia.
Em Setembro aconteceu o Festival
Internacional de Teatro de Objetos – FITO e também o I Filé Teatral da
Universidade Federal de Alagoas.
O Coletivo Heteaçã em dezembro fez a sua primeira “Mostra de Teatro Lambe- Lambe”, dentre outras ações e estreias e temporadas do teatro local.
Tivemos muita oportunidade de pensar,
assistir e fazer teatro em 2015.
Aconteceu muita coisa.
É nesse mesmo período que é
lançado o Edital Municipal Eris Maximiano de Incentivo as Artes e dos 168 projetos inscritos, as Artes Cênicas ocuparam o primeiro lugar ao lado do segmento de Música com 49 propostas de
inscrições.
Existe demanda por aqui.
Nesse mesmo ano a Universidade
começa a mudar e oficializar seu Projeto Pedagógico do Curso de Teatro
Licenciatura. Inserindo uma formação voltada para o contexto em que estamos
inserido e a valorização cultural por aqui existente.
Surgem “coletivos de teatro”,
pesquisa em máscara teatral, teatro de formas animadas, ocupação dos espaços
públicos, ocupação de trens, pesquisa em palhaço se amplia, teatro de
lambe-lambe, contação de histórias e valorização da oralidade, dentre outras.
E o que não acontece mesmo por aqui?!
O que me fez pensar que nada
acontece mesmo por aqui foi quando enumerei as questões que impedem que as
coisas aconteçam mais. Dentre elas o distanciamento politico da classe.
Elegemos um colegiado e deixamos que eles por lá se virem sozinhos, sem estarmos
juntos para decidirmos em grupo.
Quando um artista ou grupo
levanta uma bandeira por necessidades coletivas tomamos como algo pessoal e nos
distanciamos sem ajudarmos a compreender essa necessidade e ampliar a
discussão. Somos muito frágeis politicamente, porque não sabemos a força que
temos.
Lembro da Conferencia Livre há
alguns anos atrás organizada pela Cia do Chapéu e que dela saíram comissões que
se engajariam politicamente. Aquele momento foi marcante para mim como forma de
organização do pensamento politico coletivo, uma pena que não rendeu por muito
tempo.
Falei que as coisas não acontecem
por aqui, porque muitas vezes olhamos revestidos de um apelo passional para o
trabalho do outro e só enxergamos como teriamos feito no lugar dele e não como
ele conseguiu fazer, o caminho que percorreu, seu processo de descoberta… Olhar
o resultado e o caminho precorrido ajuda a distanciar o ego e traz um olhar
mais racional e honesto com a obra do outro.
Waneska Pimentel começou sua fala perguntando “O que é acontecer?” e das muitas coisas que ela falou, essa frase perdurou na minha cabeça ao longo dos dias seguintes, porque ela trouxe reflexões muito importantes para aquele momento, quando perguntava: para quem estávamos fazendo? aonde queríamos chegar com isso?
Ultimamente eu tenho pensando
muito nesse “acontecer” que Waneska futucou, porque entendo esse acontecimento
como algo de entendimento muito pessoal, da decisão de cada grupo e artista,
pois entender o que me faz “acontecer”, onde quero chegar, o que quero dizer, o
meu significado para a palavra sucesso, o público que quero encontrar, dentre
tantas outras questões, me ajudam a trilhar um caminho mais tranquilo e
coerente.
Flávio Rabelo mediou cada fala. Trouxe
questões importantes da fala de cada um de nós e o espaço ao público foi
aberto.
Nivaldo Vasconcelos falou da
importância da formação de plateia e principalmente na infância, dando ênfase
na necessidade de um teatro infantil que proporcione uma experiência diferente
e marcante para as crianças da nossa cidade.
Depois da fala de Nivaldo
Vasconcelos, foi a vez de Louryne Simões (Teatro da Poesia) que trouxe uma
questão muito interessante para entender os lugares que dizem que nada acontece
por aqui.
Louryne falava que quando dizia para alguém que faz teatro, as pessoas logo lhe diziam: “Mas você vai para o Sudeste, não é? Por que nada acontece por aqui!”. Lembrei das vezes que ouvi essa afirmação e da necessidade de desconstrução dela dentro de mim.
Louryne falava que quando dizia para alguém que faz teatro, as pessoas logo lhe diziam: “Mas você vai para o Sudeste, não é? Por que nada acontece por aqui!”. Lembrei das vezes que ouvi essa afirmação e da necessidade de desconstrução dela dentro de mim.
– Não! Eu não vou para o sudeste,
porque as coisas que eu acredito também acontecem por aqui!
Mas o mais difícil não é ouvir
alguém que não faz teatro dizer isso, mais difícil é ouvir de quem faz que as
coisas não acontecem por aqui ou as que acontecem não possuem valor.
Udson Pinheiro em sua fala
revelou sua chateação com a classe, por nos momentos de votação e decisão
política, mediante o poder público, não se fazerem presente. "Representar
quem?" Ele nos questionou.
Ticiane Simões falou da
importância do espaço do "Chá da Tarde" e sugeriu outras edições ao
longo do ano, inclusive se propôs ajudar na elaboração.
Ticiane também trouxe para a roda
uma discussão gerada na Mostra Surur de Cinema Alagoano, quando na última
edição o júri resolveu não premiar nenhum ator ou atriz. Presentes Nivaldo
Vasconcelos, Larissa Lisboa e Flávio Rabelo ajudaram a mediar essa questão
posicionando para um entendimento mais amplo da situação, já que no
regularmento da mostra dizia que poderia acontecer isso.
O “Chá da Tarde” sempre termina com gosto de quero mais.
A mesa
foi servida. As discussões estavam acesas na ponta da língua. O estômago queria
digerir muita coisa, agora com leveza e tranquilidade no coração. Tinha chá e
café para todos os gostos, assim como as nossas opiniões.
Fica aqui o registro desse importante momento para a nossa
classe e a espera e disposição para contribuir com os próximos que estão por
vir.
Vida longa ao Chá da Tarde!
Evoé!
Bruno Alves
![]() |
| Imagem de Divulgação |
Marcadores:
2015,
2016,
Alagoas,
Chá da tarde,
Cia do Chapéu,
Claricena,
Clowns de Quinta,
Coletivo Volante de Teatro,
Joana gajuru,
Maceio,
Teatro
30 janeiro 2016
Edital Estadual de Fomento ao Teatro: Se Inscrever ou não se inscrever?
Em dezembro de 2015 a Secretaria Estadual de Cultura - SECULT/AL lançou o Edital de Fomento ao Teatro. Para “surpresa” o valor oferecido a cada um dos cinco grupos para montagem era de R$ 10.000,00.
A última vez que a SECULT lançou esse edital foi em 2010 e o valor era de R$ 27.000,00, de lá para cá, além do balcão, nada cresceu desse valor.
![]() |
| Imagem da web |
Nas redes sociais começava uma tranquila indignação em comentários e partilhamento da informação, até que a Cia. Do Chapéu por meio de uma nota se posicionou contra a falta de bom senso que o edital se mostrava. Em seguida o Movimento Cultural Alagoano – MOVA se posicionou cobrando mais respeito a classe artística.
Graças a esses posicionamentos o edital foi retificado. O prêmio passou a ser de R$ 20.000,00.
A Cia. do Chapéu manteve o posicionamento. Pelo grupo do facebook do Fórum Livre de Artes Cênicas a Cia da Meia Noite manteve a posição de não se inscrever.
E os outrxs o que pensam sobre isso?
São muitas as questões que envolvem essa discussão. A maior delas é a representante maior da Secretaria. Desde sua entrada a maior parte da classe artística se posicionou com uma não aceitação de sua figura por seu histórico de envolvimento em investigações por corrupção.
Mas agora o edital continua aberto e ainda existe pouca discussão sobre o assunto.
Não se inscrever é um ato político interessante, mas acho isso quando o posicionamento é firme, aberto e compartilhado como fizeram as duas companhias.
Se inscrever é um ato político interessante também, porque é dinheiro público. É um espaço que deve ser ocupado e por que não estamos pedindo favor a SECULT.
O que eu sinto que falta é mais ação, porque não se posicionar e silenciar fingindo que não está acontecendo é uma situação muito complicada. Agora o edital passará, certamente terão inscritos e premiados, mas e o pensamento enquanto classe por onde fica?
Eu fico nesse impasse de me inscrever ou não me inscrever. Primeiro que os projetos existem e é só relembrar a quantidade de inscritos nas Artes Cênicas no edital municipal que foram 49. Fazer sem dinheiro a gente fez, faz e nada impedirá de fazer, mas e a segurança que o financeiro poderia oferecer? E a sustentabilidade? E o “ter tempo” para se dedicar sem precisar arrumar mil empregos extras? E a sustentabilidade enquanto classe que pensa no todo?
Falta a gente se mobilizar e cobrar o crescimento desse prêmio, a aprovação da Lei Estadual, tantas coisas...
Com o audiovisual eu me lembro do tempo em que recebiam R$15.000,00 para realizar um filme. Inscreveram-se? Sim! Estavam satisfeitos com o valor? Não. Tanto é que foram crescendo as cobranças até que o valor foi aumentando, embora ainda seja pouco.
Talvez esse exemplo seja importante para nós também. Vou me inscrever, mas isso não pode continuar assim. Não vou me inscrever, mas isso não pode continuar assim. E agir! Agir de forma clara, exposta e com força.
No fim das contas esse texto tem mais dúvidas do que certezas. O edital continua lá. Os projetos estão cá na gaveta esperando a hora de sair. As nossas dificuldades de dialogar continuam aqui e digo isso, porque sei que as movimentações políticas não começaram ontem. Elas sempre existiram. Esse prêmio do edital é também fruto de luta, de posicionamento, de se fazer acontecer nesse lugar. É pouco? É pouco! Mas pode ser maior! Essa política nos representará? Não.
No último Chá da Tarde realizado pela Cia do Chapéu (meu próximo texto é um relato sobre ele) ficou exposta nos diálogos essa nossa dificuldade de se comunicar, de olhar para a luta do outro não como a dele, mas como a nossa. Isso cansa! Tanta gente cansou e talvez eu até entenda o silêncio de algumas delas, porque em algum momento dessa jornada elas devem ter se sentido sozinhas.
Vamos lá. O espaço está aí. Se inscrevam ou não se inscrevam, mas se incomodem. Não deixemos passar a oportunidade desse espaço que custou tanto pra tanta gente que nunca esteve adormecida nesses anos todos.
Abraços
Bruno Alves
Leia a carta da Cia do Chapéu clicando aqui.
Leia a carta do MOVA clicando aqui.
27 agosto 2015
"Texto Ex Machina" Episódio IV
É com muita alegria que chegamos ao quarto episódio!
EPISÓDIO IV de TEXTO EX MACHINA, uma websérie que pretende explorar e buscar relações entre o texto teatral e a linguagem audiovisual.
Assistam em HD clicando aqui:
https://www.facebook.com/coletivovolante/videos/1015604575145844/?pnref=story
TEXTO: VALSA AZUL, de Bruno Alves
Leitura de Lais Lira e Joelle Malta (cia do chapéu)
Karina May (SOLAR: laboratório de meditação).
.
Direção, fotografia e Montagem de Nivaldo Vasconcelos.
Assistência: Bruno Alves e Felipe Benicio.
Assistente de montagem: Felipe Benicio.
REALIZAÇÃO
Coletivo Volante
Estúdio Atroá
Os episódios de TEXTO EX MACHINA estarão quinzenalmente na Página do Coletivo Volante.
Próximo episódio: Quinta, 10 de setembro às 20h.
ASSISTA AOS EPISÓDIOS ANTERIORES:
EPISÓDIO I
https://www.facebook.com/coletivovolante/videos/994968943876074/?pnref=story
EPISÓDIO II
https://www.facebook.com/coletivovolante/videos/vl.1682563795307314/999674193405549/?type=1&theater
EPISÓDIO III
https://www.facebook.com/coletivovolante/videos/1008174102555558/?video_source=pages_finch_thumbnail_video
EPISÓDIO IV de TEXTO EX MACHINA, uma websérie que pretende explorar e buscar relações entre o texto teatral e a linguagem audiovisual.
Assistam em HD clicando aqui:
https://www.facebook.com/coletivovolante/videos/1015604575145844/?pnref=story
TEXTO: VALSA AZUL, de Bruno Alves
Leitura de Lais Lira e Joelle Malta (cia do chapéu)
Karina May (SOLAR: laboratório de meditação).
.
Direção, fotografia e Montagem de Nivaldo Vasconcelos.
Assistência: Bruno Alves e Felipe Benicio.
Assistente de montagem: Felipe Benicio.
REALIZAÇÃO
Coletivo Volante
Estúdio Atroá
Os episódios de TEXTO EX MACHINA estarão quinzenalmente na Página do Coletivo Volante.
Próximo episódio: Quinta, 10 de setembro às 20h.
ASSISTA AOS EPISÓDIOS ANTERIORES:
EPISÓDIO I
https://www.facebook.com/coletivovolante/videos/994968943876074/?pnref=story
EPISÓDIO II
https://www.facebook.com/coletivovolante/videos/vl.1682563795307314/999674193405549/?type=1&theater
EPISÓDIO III
https://www.facebook.com/coletivovolante/videos/1008174102555558/?video_source=pages_finch_thumbnail_video
Assinar:
Postagens (Atom)











