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23 março 2019

Jacobine estará no FEME!

A emoção com a chegada do Festival de Mulheres Engraçadas @f.e.m.e_ já é grande em nosso peito e a nossa Jacobine estará marcando presença com seu jeito "fines" de ser. 
Confira e siga o FEME para ficar por dentro de tudo clicando aqui!

#feme #mulheres #palhaças #palhaçaria#Maceió #alagoas #maceioalagoas






06 novembro 2018

Seguimos sonhando!

Seguimos acreditando na coletividade.
Seguimos acreditando na arte como uma das formas de transformação humana.
Seguimos desejando espaços e arquitentando novas possibilidades de dialogar através da nossa linguagem.
Hoje nos encontramos com a arquiteta Myllena Azevedo e juntes Clowns de Quinta, Coletivo Hetéaçã e Coletivo Volante de Teatro seguimos desejosos de espaços cada vez mais amplos, cheios de arte e de humanização.
Realizemos!

Arquitetando sonhos

Oficina de Palhacaria com Ésio Magalhães

Através do SESC Alagoas participamos de uma oficina de palhaçaria com Ésio Magalhães no último sábado, dia 03 de novembro.
A oficina faz parte do projeto "Gesto" que estará acompanhando o grupo Clowns de Quinta.

Palhaços e Palhaças



04 julho 2017

Saiu a Revista #Textão nº2

Saiu a #Textão!
Acesse no link:

http://online.fliphtml5.com/eojs/dift/



Uma palavra/ação de cada vez. Assim vamos fortalecendo a nossa caminhada.
A edição número dois celebra a existência em teatro e principalmente a resistência.
A Cia Do Chapéu celebra em 2017 seus 15 anos de teatro em Alagoas. Compartilham conosco aqui na revista memórias desse caminho de descobertas e aprendizados. Eles com suas/nossas histórias nos formaram e incentivaram a continuar. Estão aqui para dizer que juntos nós podemos ir mais longe.
Leandro Silva, um artista bonequeiro inquieto e persistente, nos fala de sua experiência com o espetáculo “Devaneios” do Grupo Fuzuê Teatro de Animação que possui sede na cidade de Porto Alegre – RS. Saber os caminhos percorridos na construção do espetáculo e perceber as inquietações do grupo nos faz ter impulso para ousar vivenciar experiências cada vez mais fortes.
Adélia Nicolete contribui conosco mais uma vez. Ela mediou uma entrevista com o dramaturgo Luís Alberto de Abreu. Ler a entrevista dele nos mostra horizontes que a sua experiência vem descobrindo nesses anos de escrita para teatro. Somos muito gratos por essa oportunidade de aprendizado.
Compartilhamos com vocês um texto que escrevi em 2015, chamado “Sinantropia, ou Corpo de Gente”. Esse texto virou material audiovisual no projeto ”Texto Ex Machina”. Na época em que escrevi vivenciava com Rayane Wise e Wanderlândia Melo um estágio na Secretaria Municipal de Educação de Maceió. Nossas conversas, vivencias e percepções do nosso espaço tentei transformar em cenas que as mesmas atrizes deram vida no projeto audiovisual. Não esqueça também de assistir o episódio na nossa página no facebook e no canal do youtube.
Nivaldo Vasconcelos, que além de ser responsável pela diagramação e arte da revista, nos traz mais uma dica valiosa de filmes para nossos estudos.
Em #ProntoFalei escrevo sobre os caminhos de construção de “Incelença”, o novo espetáculo do Coletivo Volante de Teatro.
Tem também uma galeria linda da passagem do grupo Clowns de Quinta pelo Teatro Deodoro é o Maior Barato. 
A número dois está aqui prontinha para você descobrir nesses próximos meses!
Não esqueça que esse espaço também é seu, então, nos envie sua experiência com teatro. Nós vamos adorar recontar por aqui!
Bruno Alves
coletivovolante@gmail.com

15 maio 2017

Revista #Textão nº1 - Já está no ar!

É com muita alegria que compartilhamos com você a #Textão





Aqui no link:

#Textão é uma revista bimestral/digital/colaborativa voltada para o pensamento do fazer artístico em teatro. Buscando refletir as experiências em Alagoas e dialogar com pessoas e grupos de outros estados do Brasil.

É um espaço que é nosso. 
Sejam bem-vindas e bem-vindos!

Agradeço imensamente a Nivaldo Vasconcelos por impulsionar o surgimento dessa publicação e fazê-la acontecer.

Agradeço muito a dramaturga Adélia Nicolete por sua generosidade em compartilhar experiências e trazer uma entrevista riquíssima sobre dramaturgia.

Agradeço a Elaine Lima por apoiar, incentivar e estar junto conosco nessa primeira edição.

Viva os diálogos!
 Viva o teatro!

06 maio 2017

Está no ar o novo episódio de "Texto Ex Machina"

Mais um episódio de "Texto Ex Machina" no ar!
Fico muito feliz com essa oportunidade de compartilhar escritos com pessoas tão amadas.
Essa história começou em 2015 quando participei da oficina "SESC Dramaturgias: Escrever no labirinto" com Vinicius Souza.
Naqueles Dias pude entrar em contato com a palavra para o teatro e suas diversas possibilidades. Eu fiquei passado depois da oficina. Fiquei vendo dramaturgia em tudo. Mudou muita coisa em mim.
Desde então busquei escrever. Experimentar. E depois guardar na gaveta.
Não fosse Nivaldo Vasconcelos e o Estúdio Atroá esses textos, experimentos... Nem teriam saído da gaveta.
O melhor de tudo é poder contar com amigxs queridos que topam o desafio de fazer parte desse jogo de câmera, texto e atuação.
Eu fico encantado com as leituras que Nivaldo e as atrizes e atores fazem. Minha busca termina na escrita do texto e o que vocês veem no vídeo é resultado do encontro dessas palavras com seus corpos, com a câmera e a construção dos enquadramentos.
São muitas dramaturgias juntas que se completam quando você assiste.
Fico grato por esse projeto acontecer.
Muita gratidão!

Assista aqui:



Ou pelo facebook clicando AQUI!



05 maio 2017

Amanhã tem "Texto Ex Machina"!

Já está tudo pronto para mais um episódio de "Texto Ex Machina".
Amanhã às 19h na nossa página do facebook e no youtube!


TEXTO EX MACHINA - Episódio 2.4 - A Ronda
Texto - A RONDA, de Bruno Alves
Direção, fotografia e montagem - Nivaldo Vasconcelos
Com Elaine Lima e Nathaly Pereira
Assistência de direção e Maquiagem: David Oliveira
Parceria do Coletivo Volante de Teatro e Estúdio Atroá
Agradecimentos: Clowns de Quinta e DITEAL

#alagoas #teatroalagoas #cinemaeteatro #webserie  #teatroalagoano #maceioalagoas #mcz #maceio #audiovisual #dramaturgia #releituras #atriz #palhaça #cineasta #dramaturgo #camera #texto #clownsdequinta #coletivovolantedeteatro #estudioatroa #mapadaviolencia #dialogos #facebook #fotografia #textoexmachina

29 abril 2017

"Texto Ex Machina" volta em maio!





“Texto Ex Machina” vem mudando nesta segunda temporada.
Na primeira (2015) o texto era entregue poucos dias antes e na maioria das vezes era recebido pelas atrizes e atores na hora da gravação. Agora atrizes e atores recebem o texto várias semanas antes.
É importante que cada pessoa tenha tempo para estudar o material e possa assim se apropriar dele, trazendo elementos do seu trabalho na construção da leitura.
O cenário continua sendo principalmente a nossa casa, porém, a proposta começa a ser “volante” e passa a se deslocar por outros espaços quando for necessário.
A captação de som também mudou, antes o som da câmera era nosso único recurso, mas para ampliar a relação do espectador com o texto, decidimos explorar mais as questões de som direto através de outros dispositivos de captação.
TEXTO EX MACHINA é Fazer leituras de textos teatrais autorais através da plataforma do audiovisual, no entanto, a receita ficou mais recheada:
A câmera e o som + diretor + atriz e ator + texto estudado previamente + Espaço mutável = Texto Ex Machina.
Em maio contamos com a releitura dramatizada de Elaine Lima e Nathaly Pereira, atrizes/palhaças do grupo Clowns de Quinta, do texto “A RONDA”.
Assistam os nossos episódios ! Essa Machina é nossa!

12 fevereiro 2016

Relatos sobre o "Chá da Tarde"


“Nada Acontece Mesmo Por Aqui?!”

 Aconteceu no último 28 de janeiro a 8º edição do “Chá da Tarde” com o tema “Nada Acontece Mesmo Por Aqui?!”, organizado pela Cia do Chapéu no Complexo Cultural do Teatro Deodoro aqui em Maceió.
 O “Chá da Tarde” é um momento de confraternização entre os artistas das Artes Cênicas de Maceió, no qual dialogamos os pontos positivos e negativos do último ano de produção na cidade. É um ambiente descontraído, com conversa séria e informal, com muito papo sobre arte, sobre desejos, sonhos e indignações.
 No “Chá” tem espaço para muitas questões e todas por lá são bem vindas, visto que dentre os espaços de tentativas de diálogos é este o que mais agrega pessoas e mais tem continuidade. 
 O “Chá da Tarde” possui uma fórmula que há oito anos vem mobilizando e atraindo gente. Todo ano eu espero por esse momento. A gente se sente em casa no “Chá da Tarde” é como uma conversa numa mesa de bar com amigos.
 Esse foi o segundo ano que participei, dessa vez fui como convidado a participar "da mesa" representando o “Coletivo Volante”. Fiquei lisonjeado com o convite.
 Demos início por volta das 19h.
 Thiago Sampaio deu abertura ao encontro falando da escolha do tema que se deu por no último “Chá” terem surgidos muitas falas em que se colocavam em um lugar que nada acontece. Este ano já que aparentemente "nada acontece" a Cia do Chapéu decidiu não exibir na abertura  do encontro o video que faz um resumo dos acontecimentos teatrais da cidade no último ano.
Thiago apresentou a mesa composta por David Oliveira (Clowns de Quinta), Waneska Pimentel (Associação Teatral Joana Gajuru) e o mediador Flávio Rabelo (Cambar Coletivo).
Antes das falas da mesa foi lida por Thiago a carta de Anderson Vieira (Claricena) que por questões geográficas não pode estar presente no encontro representando seu grupo. A carta pode ser lida clicando AQUI!


Todas as fotografias são de André Cavalcanti

 David Oliveira abriu sua fala questionando o próprio tema e revertendo a pergunta ao dizer: “Mas quem diz isso?”. Mostrou-se otimista com o espaço de construção do ano de 2015, falou da precariedade de algumas obras, da necessidade de ter tempo para se debruçar sobre o fazer artístico para aperfeiçoar. Sua pergunta do “Quem diz isso?” reverberou ao longo do encontro com uma tentativa de se entender de onde viriam esses questionamentos ao dizer que por aqui as coisas não acontecem.
 Tentei me responder a essa pergunta que o tema do encontro prôpos. Achei a provocação importantíssima para esse nosso momento de começo de ano.



 Comecei dizendo que as coisas acontecem por aqui!
 Em 2015 tivemos um ano muito movimentado para as Artes Cênicas em Alagoas.
 Em abril e maio o Palco Giratório do SESC acoplou durante todo o mês atividades de formação com artistas das mais diversas regiões do país, além de uma programação intensa de espetáculos. O SESC ainda possibilitou a Oficinas de Dramaturgias em Dança e em Teatro com Vinícius Souza, da qual nasceu o Clube de Dramaturgia que continua investigando a escrita em teatro.
 É também no mês de maio que a Associação Teatral Alagoana - ATA realiza o Maio Teatral com atividades em comemoração ao aniversário do grupo e a data estadual do teatro alagoano.
 Tivemos a Mostra Nacional de Vídeos sobre Intervenções e Performances - Mostra IP que tem como produtor local o Coletivo Careta.
 Em agosto recebemos o Festival do Teatro Brasileiro – FTB com espetáculos da Paraiba e oficinas de formação de artistas e plateia.
 Em Setembro aconteceu o Festival Internacional de Teatro de Objetos – FITO e também o I Filé Teatral da Universidade Federal de Alagoas.



  
 O Coletivo Heteaçã em dezembro fez a sua primeira “Mostra de Teatro Lambe- Lambe”, dentre outras ações e estreias e temporadas do teatro local.
Tivemos muita oportunidade de pensar, assistir e fazer teatro em 2015. 
 Aconteceu muita coisa.
 É nesse mesmo período que é lançado o Edital Municipal Eris Maximiano de Incentivo as Artes e dos 168 projetos inscritos, as Artes Cênicas ocuparam o primeiro lugar ao lado do segmento de  Música com 49 propostas de inscrições.  
 Existe demanda por aqui.
 Nesse mesmo ano a Universidade começa a mudar e oficializar seu Projeto Pedagógico do Curso de Teatro Licenciatura. Inserindo uma formação voltada para o contexto em que estamos inserido e a valorização cultural por aqui existente.
 Surgem “coletivos de teatro”, pesquisa em máscara teatral, teatro de formas animadas, ocupação dos espaços públicos, ocupação de trens, pesquisa em palhaço se amplia, teatro de lambe-lambe, contação de histórias e valorização da oralidade, dentre outras.

E o que não acontece mesmo por aqui?!

 O que me fez pensar que nada acontece mesmo por aqui foi quando enumerei as questões que impedem que as coisas aconteçam mais. Dentre elas o distanciamento politico da classe. Elegemos um colegiado e deixamos que eles por lá se virem sozinhos, sem estarmos juntos para decidirmos em grupo.
 Quando um artista ou grupo levanta uma bandeira por necessidades coletivas tomamos como algo pessoal e nos distanciamos sem ajudarmos a compreender essa necessidade e ampliar a discussão. Somos muito frágeis politicamente, porque não sabemos a força que temos.
 Lembro da Conferencia Livre há alguns anos atrás organizada pela Cia do Chapéu e que dela saíram comissões que se engajariam politicamente. Aquele momento foi marcante para mim como forma de organização do pensamento politico coletivo, uma pena que não rendeu por muito tempo.
 Falei que as coisas não acontecem por aqui, porque muitas vezes olhamos revestidos de um apelo passional para o trabalho do outro e só enxergamos como teriamos feito no lugar dele e não como ele conseguiu fazer, o caminho que percorreu, seu processo de descoberta… Olhar o resultado e o caminho precorrido ajuda a distanciar o ego e traz um olhar mais racional e honesto com a obra do outro.


  
Waneska Pimentel começou sua fala perguntando “O que é acontecer?” e das muitas coisas que ela falou, essa frase perdurou na minha cabeça ao longo dos dias seguintes, porque ela trouxe reflexões muito importantes para aquele momento, quando perguntava: para quem estávamos fazendo? aonde queríamos chegar com isso?
 Ultimamente eu tenho pensando muito nesse “acontecer” que Waneska futucou, porque entendo esse acontecimento como algo de entendimento muito pessoal, da decisão de cada grupo e artista, pois entender o que me faz “acontecer”, onde quero chegar, o que quero dizer, o meu significado para a palavra sucesso, o público que quero encontrar, dentre tantas outras questões, me ajudam a trilhar um caminho mais tranquilo e coerente.
 Flávio Rabelo mediou cada fala. Trouxe questões importantes da fala de cada um de nós e o espaço ao público foi aberto.



 Nivaldo Vasconcelos falou da importância da formação de plateia e principalmente na infância, dando ênfase na necessidade de um teatro infantil que proporcione uma experiência diferente e marcante para as crianças da nossa cidade.


  Depois da fala de Nivaldo Vasconcelos, foi a vez de Louryne Simões (Teatro da Poesia) que trouxe uma questão muito interessante para entender os lugares que dizem que nada acontece por aqui. 
 Louryne falava que quando dizia para alguém que faz teatro, as pessoas logo lhe diziam: “Mas você vai para o Sudeste, não é? Por que nada acontece por aqui!”. Lembrei das vezes que ouvi essa afirmação e da necessidade de desconstrução dela dentro de mim.
 – Não! Eu não vou para o sudeste, porque as coisas que eu acredito também acontecem por aqui!
 Mas o mais difícil não é ouvir alguém que não faz teatro dizer isso, mais difícil é ouvir de quem faz que as coisas não acontecem por aqui ou as que acontecem não possuem valor.


 Udson Pinheiro em sua fala revelou sua chateação com a classe, por nos momentos de votação e decisão política, mediante o poder público, não se fazerem presente. "Representar quem?" Ele nos questionou.
 Ticiane Simões falou da importância do espaço do "Chá da Tarde" e sugeriu outras edições ao longo do ano, inclusive se propôs ajudar na elaboração.
 Ticiane também trouxe para a roda uma discussão gerada na Mostra Surur de Cinema Alagoano, quando na última edição o júri resolveu não premiar nenhum ator ou atriz. Presentes Nivaldo Vasconcelos, Larissa Lisboa e Flávio Rabelo ajudaram a mediar essa questão posicionando para um entendimento mais amplo da situação, já que no regularmento da mostra dizia que poderia acontecer isso.






 O “Chá da Tarde” sempre termina com gosto de quero mais.
 A mesa foi servida. As discussões estavam acesas na ponta da língua. O estômago queria digerir muita coisa, agora com leveza e tranquilidade no coração. Tinha chá e café para todos os gostos, assim como as nossas opiniões.
 Fica aqui o registro desse importante momento para a nossa classe e a espera e disposição para contribuir com os próximos que estão por vir.
Vida longa ao Chá da Tarde!
Evoé!

Bruno Alves




Imagem de Divulgação


10 março 2015

Volante nos olhos da Nathaly

No ensaio de hoje tivemos a presença do olhar da Nathaly Pereira do Grupo Clowns de Quinta.
Além de registrar em fotos e videos o ensaio ela fez um ensaio a parte com sua sensibilidade e carinho.
Nathaly foi sempre uma provocadora e incentivadora desse processo. Questionando e indicando possibilidades.
Merci, Nathaly!

Por Nathaly Pereira













22 novembro 2014

Ensaio (de coração) Aberto

Todas as fotografias desse ensaio são de autoria de Nivaldo Vasconcelos.

Era a primeira vez que eu abria a porta da sala de ensaio.
Não dormi direito no dia anterior.
Coloquei o alarme para acordar cedo e acordei mais cedo do que o programado.
Era como abrir uma gaiola para mim.
Era a minha primeira tentativa de voo num solo (desconhecido?!).
Ao redor eu tinha pessoas queridas, pessoas que riem e fazem rir.
Estava eu no "I Encontro de Palhaços de Maceió", organizado pelo grupo Clowns de Quinta, que aconteceu do dia 19 ao dia 22 de novembro.
Meus companheiros de cena não puderam comparecer ao ensaio por questões de agenda com outros trabalhos, mas eu precisava estar perto dxs amigxs para abrir o meu coração transformado em cena. 
Precisava falar sobre as limitações e potencialidades do espetáculo. Precisava dos olhos atentos e dos corações abertos.
Era um ensaio sem adereços, cenário e figurinos finalizados, mas era um desenho do que será.
A recepção me sensibilizou. Passei todas as cenas do espetáculo durante o ensaio,falei das inspirações iniciais e da busca pelo entendimento e criação de novos signos.
Ouvi ao final depoimentos e inquietações.
Só tenho a agradecer aos Clowns de Quinta pelo convite, acolhimento e cuidados que me proporcionaram naquela manhã do dia 21.
Quero agradecer ao Nivaldo Vasconcelos pelas fotografias e partilhas na confecção dos adereços.
Rayane Wise pelo cuidado e carinho em estar concebendo a maquiagem.
Agradeço a Pam Guimarães pelo registro audiovisual do ensaio.
A todas as pessoas que compartilharam as sensações e inquietações comigo nesse dia tão especial. 
Não esquecerei cada palavra! 
Voltei para casa feliz pelo primeiro passo. Primeira tentativa de voo.
Pela noite eu tinha uma sensação de segurança não vivida há muitos meses.
Eu olhava para a rua chuvosa e finalmente me dizia:
"Estou em Maceió".






Rayane Wise começa a conceber a maquiagem.