O ano novo por aqui começou com a chegada de @beneditanaestrada Tivemos a oportunidade de conhecer Mirna e Bruno e ouvir suas histórias aqui no terreiro. Que essa jornada de vocês continue inspirando e iluminando os caminhos por onde passam. O Povoado Riacho vai lembrar com carinho e amor da tarde que vivenciamos hoje. Gratidão @beneditanaestrada Gratidão @julieta_zarza que nos aproximou. Fotos de Nivaldo Vasconcelos
Nivaldo Vasconcelos pensa imagem/corpo/movimento. Imagens gravadas durante exercício para a construção de “Follia”, novo espetáculo do Coletivo Volante, com estreia prevista para 2018 em comemoração aos 4 anos de fundação. Rayane Góes, Nivaldo Vasconcelos e Bruno Alves iniciam esse processo de investigação que resultará no novo espetáculo.] Assista:
TEXTO EX MACHINA - EPISÓDIO 2.5 - GRÃO Assista clicandoAQUI! Cena curta "Grão" de Bruno Alves Atriz: Liza Schechtmann (sp) Direção, fotografia e Montagem de Nivaldo Vasconcelos Assistência - Patricia Galucci REALIZAÇÃO Coletivo Volante Estúdio Atroá Agradecimento - Maria João Filmes Também no Youtube: https://youtu.be/Y3U-wTc-9O8
Em Junho! TEXTO EX MACHINA - EPISÓDIO 2.5 - GRÃO Cena curta "Grão" de Bruno Alves Atriz: Liza Schechtmann (sp) Direção, fotografia e Montagem de Nivaldo Vasconcelos Assistência - Patricia Galucci REALIZAÇÃO Coletivo Volante Estúdio Atroá Agradecimento - Maria João Filmes
#Textão é uma revista bimestral/digital/colaborativa voltada para o pensamento do fazer artístico em teatro. Buscando refletir as experiências em Alagoas e dialogar com pessoas e grupos de outros estados do Brasil.
É um espaço que é nosso.
Sejam bem-vindas e bem-vindos!
Agradeço imensamente a Nivaldo Vasconcelos por impulsionar o surgimento dessa publicação e fazê-la acontecer.
Agradeço muito a dramaturga Adélia Nicolete por sua generosidade em compartilhar experiências e trazer uma entrevista riquíssima sobre dramaturgia.
Agradeço a Elaine Lima por apoiar, incentivar e estar junto conosco nessa primeira edição.
“Texto Ex Machina” vem mudando
nesta segunda temporada.
Na primeira (2015) o texto era
entregue poucos dias antes e na maioria das vezes era recebido pelas atrizes e
atores na hora da gravação. Agora atrizes e atores recebem o texto várias
semanas antes.
É importante que cada pessoa
tenha tempo para estudar o material e possa assim se apropriar dele, trazendo
elementos do seu trabalho na construção da leitura.
O cenário continua sendo principalmente
a nossa casa, porém, a proposta começa a ser “volante” e passa a se deslocar
por outros espaços quando for necessário.
A captação de som também mudou,
antes o som da câmera era nosso único recurso, mas para ampliar a relação do
espectador com o texto, decidimos explorar mais as questões de som direto
através de outros dispositivos de captação.
TEXTO EX MACHINA é Fazer leituras
de textos teatrais autorais através da plataforma do audiovisual, no entanto, a
receita ficou mais recheada:
A câmera e o som + diretor +
atriz e ator + texto estudado previamente + Espaço mutável = Texto Ex Machina.
Em maio contamos com a releitura
dramatizada de Elaine Lima e Nathaly Pereira, atrizes/palhaças do grupo Clowns
de Quinta, do texto “A RONDA”.
Assistam os nossos episódios !
Essa Machina é nossa!
Hoje queremos agradecer a todas as pessoas e instituições
que apoiaram para que a gente pudesse levar o nosso teatro adiante.
Agradecemos ao Estúdio Atroá que foi nosso parceiro no vídeo
sobre volante, na produção do material gráfico de divulgação e no projeto
“texto Ex Machina”. Por falar em texto ex machina tivemos a honra de ter uma
leitura do querido ator Homero Cavalcante.
O SESC Alagoas foi nosso grande apoiador. Nos provocaram e
nos impulsionaram a pensar o nosso trabalho e leva-lo a outros públicos.
Participamos dos Projetos Palco Giratório, SESC das Artes, Aldeia SESC Arapiraca
e do Circuito SESC de Artes onde percorremos várias cidades: Limoeiro de Anadia, Teotônio Vilela, Feliz Deserto,
Lagoa da Canoa e Piaçabuçu. Foi um dos momentos mais enriquecedores que
vivenciamos.
Este ano teve muita coisa: Chá da Tarde da Cia do Chapéu, a
Oficina o Ator e a máscara do barracão teatro em Campinas, o Colóquio
Literatura e Utopia, o lançamento dos Livros de Dirceu Lindoso, o I Cidade de
Deus Vive, a Mesa da Mostra de Intervenção e Performance. Ser parceiros de
outros grupos no II Festival de Teatro de Alagoas, o projeto Ocupe a Praça com
a realização do coletivo Pop Fuzz e da FMAC e a Ocupação do IPHAN com a Cultura
Contra o Golpe.
2016 nos trouxe o inicio do nosso novo processo de montagem:
“Dona Incelença da Rua”
Mas também foi um ano de espera e decepção. Ainda esperamos
a Fundação Municipal de Cultura de Maceió – a FMAC, que não pagou o prêmio do Edital das
Artes de 2015. Que interrompeu a nossa chegada em 10 comunidades de Maceió.
Ganhamos novos amigos, experiência,
aprendizado.
Foram 30 apresentações.
Vistos por mais de 3 mil pessoas!
9 cidades visitadas.
Mais de 30 mil visualizações em nosso
blog.
2016 nos trouxe a melhor coisa que poderia nos acontecer.
Trouxe você que nos assistiu, acompanhou pela página,
curtiu, compartilhou, torceu e nos ajudou com sua vibração e energia a chegar
até aqui.
Em 2017 queremos fazer mais teatro e encontrar você mais
vezes.
Nosso novo ano vai começar. Sejamos
muito felizes!
Minhas queridas e meus queridos! É com muita alegria e gratidão que compartilhamos com vocês esse vídeo realizado pelo Estúdio Atroá. O vídeo fala sobre os caminhos para a construção do espetáculo "Volante". Nossa gratidão ao Estúdio Atroá e a Nivaldo Vasconcelos pelo apoio e generosidade desde o começo dessa jornada. Assistam! Compartilhem! Gratidão!
O projeto “AMERIAFROCONTOS VOLANTES
CHAMAM PRA RODA: A ORALIDADE DE QUEM DOMINA PELA VONTADE DE APRENDER DE QUEM
RESPEITA” foi aprovado pelo Programa de Iniciação Artística - PROINART da
Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) da UFAL e tem a coordenação do Professor Toni
Edson.
Amanhã inicia mais uma etapa do
projeto com as Rodas de Contação de Histórias Ameríndias: o nosso “Cocar de
Histórias”.
As vivencias que acontecem desde
setembro/2015 na Aldeia Wassu-Cocal fortalecem o projeto e ampliam a visão para
o universo das histórias.
Vamos ouvir as histórias que fazem
parte da nossa identidade!
Nivaldo Vasconcelos tem investigados os corpos e as cores. Fizemos aqui em casa no último dia de 2015 o ensaio "AZUL". O resultado eu gostei bastante e guardarei essas fotos com muito carinho. Fica aqui no blog o registro de um dia pintado de céu. Feliz 2016!
“Volante” é coisa mutável e que
se desloca facilmente!
Virar a máquina e começar a
descobrir outra possibilidade de criação dentro do contexto de “Texto Ex
Machina” foi uma experiência enriquecedora.
Não costumo fotografar as coisas.
Eu vivo as experiências e não tenho na maioria das vezes uma foto para lembrar
aqueles momentos.
Morria de medo de encarar a
máquina e se permitir vivenciar a construção de uma história através de uma
lente, mas a “con-vivência” faz isso. Vou aprendendo a apreciar e a entender as
possibilidades de diálogos que ela pode trazer.
tempo de usar as mãos e vencer os fantasmas
Nivaldo escolheu o texto e falou
que queria atuar. No inicio pensei que fosse brincadeira, porém a coisa foi
ficando séria e quando vimos já era hora de se permitir.
Isso me desbloqueou em muitas
coisas, principalmente no que diz respeito a experienciar e se permitir brincar
de fazer pra valer.
Quando iniciamos a gravação
existia um receio singelo “encolhido no canto da parede” de ambas as partes.
Era a nossa primeira vez! Moramos na mesma casa e era como se estivéssemos nos
conhecendo naquele momento.
Eu tinha que entender o que eu
queria da leitura de Nivaldo. Eu tinha principalmente de me entender com a
câmera. Pela primeira vez eu não a esqueci, pois geralmente eu esqueço o
monitor da máquina e assisto a cena do jeito que eu quero. É que meu olhar foi
educado para o teatro e lá a gente vê o todo acontecendo e direciona o olhar
para onde nos chama atenção. Entender que com a câmera não seria muito
diferente me ajudou a imaginar que eu assistia a peça e com a ajuda dela ia
vendo no enquadramento aquilo que me chamava para perto.
Nivaldo foi um ator disciplina
com o texto e trouxe muitas propostas com o corpo para a construção, difícil
mesmo era perder o controle da situação, coisa normal quando se é acostumado a
estar por trás da câmera, porém eu fui assumindo aquele lugar que eu me
permitia e fomos abrindo espaços para essa inversão. Entender o momento de
inversão foi fundamental para que assumíssemos o desafio de fazer algo
diferente de nossas experiências anteriores. Era questão de generosidade e de
viver o lado do outro naqueles instantes.
Eu fiquei com muita vontade de
gravar mais, para minha surpresa. Era como quando você se apaixona a primeira
vista, mas no meu caso eu perdi a conta das vistas, porque foi preciso chegar
esse momento para dizer que é possível e que é permitido por que nós nos
permitimos.
Vamos seguindo com as próximas
experiências, porque mudar o jogo e buscar outros caminhos é sempre necessário.
“Texto Ex Machina” chega ao seu episódio VII e desafia a nós que nos permitimos brincar com as palavras e imagens.
O jogo virou!
Agora é hora de inverter os papéis e criar possibilidades de diálogos entre quem constrói uma dramaturgia para as telas e quem a constrói para um palco.
O texto escolhido para esse episódio quebra e vira a mesa da proposta dos textos inéditos e de dramaturgos do nosso tempo. Voltamos a William Shakespeare, porque revisitar o “passado” se faz necessário nesse caminho a se trilhar.
O cenário continua sendo o mesmo: a nossa casa.
Os recursos são os que por aqui existem e possibilitam experienciar uma construção com lanternas e luzes de vela.
O dramaturgo vira diretor e fotógrafo.
O diretor e fotógrafo da série agora vive a experiência de estar diante da máquina buscando um diálogo e uma reconstrução poética, maldita e volante como todos nós!
Aqui registro o material gráfico produzido pelo Estúdio Atroá para o segundo episódio de "Texto Ex Machina".
Agradeço aos atores Jadir Pereira e Igor Rozza e a atriz Louryne Simões pela disponibilidade, generosidade e entrega.
Gratidão ao Estúdio Atroá por toda parceria e cuidado.
Não percam amanhã a estreia do EPISÓDIO III de TEXTO EX MACHINA, uma websérie que pretende explorar e buscar relações entre o texto teatral e a linguagem audiovisual.
Às 20h!
Assistam em HD!
TEXTO: Sinantropia, ou corpo de gente, de Bruno Alves
LEITURA: Rayane Wise e Wanderlândia Melo
Direção, Fotografia e Montagem: Nivaldo Vasconcelos
Assistência: Bruno Alves e Ítalo Renato.
REALIZAÇÃO
Coletivo Volante
Estúdio Atroá
Os episódios de TEXTO EX MACHINA estarão quinzenalmente na Página do Coletivo Volante.