Mostrando postagens com marcador Volante. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Volante. Mostrar todas as postagens

14 novembro 2017

Prêmio Eris Maximiano: "Volante" na Grota da Moenda

É o fim!

É o recomeço!

Chegamos ao final da circulação do espetáculo “Volante” por dez espaços da cidade de Maceió através do Prêmio Eris Maximiano da Fundação Municipal de Ação Cultural – FMAC.

“Volante” que começou a nascer em 2014 e que por consequência deu nome a esse coletivo, realizou ao longo desses anos 42 apresentações.

Agora é hora de novos começos.

Gratidão a todxs as pessoas dos bairros visitados.

Ao público e aos que puderam ajudar na chegada do espetáculo a cada lugar.


Em dezembro compartilharemos pela internet o relatório completo da circulação.



















16 agosto 2017

Prêmio Eris Maximiano: Volante - Primeira agenda de apresentações


Confira a primeira agenda do espetáculo "Volante" pela cidade!


Dom 20/08 às 16h 
Mirante do Alto de Ipioca 

Ter 22/08 às 16h 
Árvore central do terminal de Fernão Velho

Qua 23/08 às 16h 
Mirante da Chã do Bebedouro 

Sáb 02/09 às 11h 
FLI Pontal - Beira da Lagoa Mundaú ao lado do Mercado do Peixe.



07 novembro 2016

Vídeo "Sobre VOLANTE" no ar!

Minhas queridas e meus queridos!
É com muita alegria e gratidão que compartilhamos com vocês esse vídeo realizado pelo Estúdio Atroá.
O vídeo fala sobre os caminhos para a construção do espetáculo "Volante".
Nossa gratidão ao Estúdio Atroá e a Nivaldo Vasconcelos pelo apoio e generosidade desde o começo dessa jornada.
Assistam! Compartilhem!
Gratidão!


23 agosto 2016

Aquilo que nos MARCA

Está marca abaixo irá nos acompanhar ao longo dessa jornada.
Nivaldo Vasconcelos começou a produzir e aí está.
Volante quer dize: aquilo que se desloca facilmente; habilidade para o voo; aquilo que se lança...

Gratidão!




14 agosto 2016

Gratidão, Arapiraca!


Temos muito a agradecer pela semana de vivência e aprendizado na I Aldeia Arapiraca – Mostra de Arte e Cultura do SESC.

Como é bom ter esse espaço para apreciar o trabalho dos amigos e amigas e também ver o nosso sendo generosamente debatido num espaço raro em nosso estado, o espaço para a crítica.




Foi bom conhecer gente nova, gente fazendo teatro em Arapiraca, Taquarana, Maceió e Cuiabá. Gente fazendo teatro há anos, meses, dias e outros a mais de meio século.

Como foi bom conhecer o In-Próprio Coletivo (MT) e ver inspiração para seguir caminhando nessa jornada. E se admirar com o trabalho lindo que fazem com tanta propriedade.

Foi bom reencontrar Vinicius Sousa e poder estar perto mais perto das palavras.

Foi bom acordar e encontrar a cidade. Percorrer os espaços e vivenciar momentos de redescoberta. 

Redescobrir é a palavra que ficou para o Coletivo Volante. Redescobrir as nossas possibilidades, os espaços, a peça inteira. Olhar para dentro de nós, para fora também e seguir caminhando.

Gratidão por todo apoio do SESC – AL, aqui esse lugar é um espaço que nos acolhe e impulsiona a se provocar, se questionar e redescobrir as possibilidades.

Gratidão Magnun, Adriana, Fabrício, Rosana, Vicente, Reginaldo e Vinicius. Gratidão!


Gratidão, Arapiraca!
Teu solo é fértil e faz carinho nas nossas raízes.


04 julho 2016

Volante em GIF

Estou muito feliz com essa fase de "Volante".
Hoje Nivaldo Vasconcelos me presenteou com esse GIF. 
Fiquei tão besta que na frente da tela do computador vejo e revejo sem cansar. 
Aproveito o espaço para agradecer todo o cuidado e carinho na construção do material de divulgação do espetáculo ao longo desses dois anos.
Acompanhe a página e veja as notificações e caminhos de "Volante".

Anota na agenda e até breve!


 "Volante" vem vindo!
Dia 16 de Julho às 17h 
Teatro Jofre Soares - SESC Centro.
Entrada Franca.
Realização: SESC das Artes.
Fotografia e Designer: Nivaldo Vasconcelos




15 abril 2016

"Volante" por Henrique Nagope




   Henrique Nagope responde de forma singela e delicada ao espetáculo entregando no final esse desenho.
    Que bonita essa partilha que acontece no encontro e que toca a nossa experiência.
Gratidão!

Por Henrique Nagope

07 abril 2016

"Volante" com tradução em LIBRAS no Palco Giratório

Está chegando a hora!


Volante
Coletivo Volante de Teatro - AL
Teatro /40m / Livre
09 e 10/04, 20h, Teatro Jofre Soares SESC - Centro
Ingressos gratuitos com 1h de antecedência
Sobre o espetáculo:
Um homem e sua carroça saem de casa para procurar a felicidade pelo mundo. No meio de suas andanças nos conta as histórias que viveu e encontrou pelo caminho.

AS APRESENTAÇÕES TERÃO TRADUÇÃO EM LIBRAS

Foto de Nathaly Pereira. 

Foto de Nivaldo Vasconcelos

Foto de Nivaldo Vasconcelos

25 novembro 2015

Volante '18

 O espetáculo "Volante" chegou ao Bairro do Pinheiro em Maceió e foi apresentado na Praça Arnon de Mello na noite de hoje.


 Um público mais que especial para mim. Composto por estudantes da Educação de Jovens e Adultos da Escola Municipal Edécio Lopes. A turma é coordenada pela professora Jaqueline Leite Vaz.
 No segundo semestre de 2014 realizei com elxs o meu estágio final no curso de Teatro Licenciatura da UFAL com a orientação da professora Nádir Nóbrega.
 O estágio tinha como objetivo a escrita de um texto teatral a partir da oralidade e da experiência de vida de cada um. O texto recebeu o titulo de "O Interior das Minhas Águas Presentes". 
 Foi desafiador, porque na época uma parte dos estudantes estava começando a ler e a oralidade e visualidade foi de grande importância para tecer o texto final que foi lido pela professora e eu em nossa confraternização na escola.
 Voltar e encontrar aquelas pessoas estudando e encontrando novos caminhos para as suas vidas é sempre gratificante e fortalecedor. Hoje elxs tiveram a oportunidade de me ver atuando e conhecer o teatro que tanto falei em sala de aula.
 "Volante" acontece fora do edificio teatral e isso os chamou bastante atenção, por verem na prática um espaço que sempre percorrem sendo transformado em palco.
 Suas filhas e filhos estiveram presentes, como estão também na maioria das aulas, afinal essas pessoas trabalham o dia todo e tiram a noite para recomeçar seus sonhos e muitas vezes não tem com quem deixar as crianças.
 O encontro modifica a minha vida e encontrar com elxs mais uma vez me dá força e alegria para continuar esse teatro volante.
 Que "a força que nunca seca" permaneça em nós, viva e presente mesmo quando não a percebemos.
 Eu agradeço pela noite, pelo encontro sempre tão renovador e fortalecedor.
Abraços
Com carinho,

Bruno

Segue um registro desse momento.











Registro da professora Jaqueline:











08 março 2015

Mapa do meu tudo

Design Gráfico: Estúdio Atroá
Essa ideia do mapa como representação da história para construção do cartaz me deixou encantado.
Parabéns ao Estúdio Atroá pela sensibilidade e talento. Vocês arrasam muito!

06 março 2015

Vamos estrear!

Temos um encontro esse mês!
Volante é parte da Programação da Semana Acalourada de Teatro da UFAL.
Guarda essa data e esse horário pra gente se vê!
Divulga, compartilha!
Evoé!!!!!!


01 dezembro 2014

Pode me chamar de ...

Escolher um nome é sempre uma decisão difícil.
Fico imaginando como pais e mães escolhem os nomes dxs filhxs, porque dependendo da escolha, já que se pode mudar o nome legalmente, essx filhx levará o nome para o resto da vida.
Um nome para um personagem é um nome para sempre. Esse nome surge e o acompanha, dá forma e vida ao seu caminho na terra. Geralmente eu escrevo sem nomes para os meus personagens, porque dar um nome é colocar alguém dentro de uma história que aquele nome traz consigo.
Eu tive uma fase de assinar em cartinhas com os nomes dos meus avôs, depois tive uma fase de abominar o diminutivo do meu nome querendo ele simplesmente como é. Eu fui criando uma aversão ao sufixo “inho” por que era uma construção ao longo da vida e não uma escolha.
Escolher, por exemplo, um nome artístico é uma escolha difícil também, mas é um momento em que tenho a plena liberdade de escolher como quero ser chamado.
Casar faz a gente mudar de nome, acrescentar outro nome, hoje já não é obrigatório, mas isso é uma mudança que me deixa curioso. Por que cada nome é uma história. Receber outro nome é positivo também, porque nessa ocasião eu junto a minha história com a história de alguém e escrevemos a nossa nova história com um novo nome.
Engraçado observar a fase da adolescência na qual eu tinha uma busca por me reconhecer no próprio nome, de criar um nome que me representasse em cada momento. Toda semana eu pintava o cabelo e junto eu mudava de nome. Hoje aos 27 anos finalmente assino meu nome por inteiro sem mais nenhuma questão com ele e deixo meu cabelo crescer e encontrar a sua forma própria.
Carlos Drummond de Andrade tinha uma paixão por nomes.  O poema “José” foi um dos primeiros que declamei em publico e o mesmo autor me mostrou uma nova forma de ver o mundo ao pronunciar em seu “poema de sete faces” o nome Raimundo.
Gostava também do sobrenome Tatipirun por causa da “Terra dos Meninos Pelados” do Graciliano Ramos. Parecia um lugar tão bom de ser viver que nos tempos de Orkut eu assinava o perfil como Raimundo de Tatipirun, mas se chamar Raimundo seria uma rima e não uma solução nesse momento de escrita do texto Volante.
Meu anti-herói por pouco não se chamou Chico por devoção ao santinho querido de Assis. Quase que batizei de Miguilin por estar lendo no tempo a obra Campo Geral de Guimarães Rosa, porém dentre tantos nomes e significados ao longo da nossa história literária eu escolhi chamá-lo de Severino. Meu personagem já nascia Severino.
Ao ler a obra de João Cabral de Melo Neto sempre me emocionei com a poesia que brotava em cada verso e a tentativa do personagem se apresentar definindo o seu nome em meio a tantos com o mesmo nome naquele lugar.
Definir-se Severino era ao mesmo tempo uma necessidade de decifrar o que há de severo nessa vida que se mostra e se esconde como água correndo nas mãos ...
O meu Severino acabava de nascer. Estava saltando nas linhas do caderno, mas já vinha há anos caminhando pelo mundo, desde quando nasci.
Fotografia de Nivaldo Vasconcelos


 “- De sua formosura
deixa-me que diga:
é tão belo como um sim
numa sala negativa”

Esse trecho da obra de seu João me acompanhou nos últimos anos. Fez-me rir e chorar ao lembrar que a vida é sempre mais forte e que o sim é maior que o não. Eu tenho paixão pelo “Sim”. Eu disse sim!
Tenho lido outras obras teatrais e visto nos autores nordestinos essa busca, essa resignificação do sujeito “Severino” e percebo que cada um carrega um “Severino” dentro de si. Eu me perguntava: “Por que mais um Severino?” e eu me respondia: “Somos muitos Severinos”.
Severino, o meu retirante, alagoano, andarilho, contador e catador de histórias é para mim belo como um sim numa sala negativa. É uma gota de vida que escorre numa vida severa cheia de salas negativas. É uma busca por um lugar, por um reencontro com tantos nomes que a vida o deu.
É um perder-se e achar-se dizendo sim, sempre sim!

22 novembro 2014

Ensaio (de coração) Aberto

Todas as fotografias desse ensaio são de autoria de Nivaldo Vasconcelos.

Era a primeira vez que eu abria a porta da sala de ensaio.
Não dormi direito no dia anterior.
Coloquei o alarme para acordar cedo e acordei mais cedo do que o programado.
Era como abrir uma gaiola para mim.
Era a minha primeira tentativa de voo num solo (desconhecido?!).
Ao redor eu tinha pessoas queridas, pessoas que riem e fazem rir.
Estava eu no "I Encontro de Palhaços de Maceió", organizado pelo grupo Clowns de Quinta, que aconteceu do dia 19 ao dia 22 de novembro.
Meus companheiros de cena não puderam comparecer ao ensaio por questões de agenda com outros trabalhos, mas eu precisava estar perto dxs amigxs para abrir o meu coração transformado em cena. 
Precisava falar sobre as limitações e potencialidades do espetáculo. Precisava dos olhos atentos e dos corações abertos.
Era um ensaio sem adereços, cenário e figurinos finalizados, mas era um desenho do que será.
A recepção me sensibilizou. Passei todas as cenas do espetáculo durante o ensaio,falei das inspirações iniciais e da busca pelo entendimento e criação de novos signos.
Ouvi ao final depoimentos e inquietações.
Só tenho a agradecer aos Clowns de Quinta pelo convite, acolhimento e cuidados que me proporcionaram naquela manhã do dia 21.
Quero agradecer ao Nivaldo Vasconcelos pelas fotografias e partilhas na confecção dos adereços.
Rayane Wise pelo cuidado e carinho em estar concebendo a maquiagem.
Agradeço a Pam Guimarães pelo registro audiovisual do ensaio.
A todas as pessoas que compartilharam as sensações e inquietações comigo nesse dia tão especial. 
Não esquecerei cada palavra! 
Voltei para casa feliz pelo primeiro passo. Primeira tentativa de voo.
Pela noite eu tinha uma sensação de segurança não vivida há muitos meses.
Eu olhava para a rua chuvosa e finalmente me dizia:
"Estou em Maceió".






Rayane Wise começa a conceber a maquiagem.