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30 julho 2017

"Versos volantes pela cidade" - "O livro sobre nada"

Prêmio Eris Maximiano: Volante de praça em praça.
"Versos volantes pela cidade".
Cada visita inspira poesia. Vamos a primeira!

"O livro sobre nada" de Manoel de Barros

Assista aqui:






02 junho 2017

"Grão" novo episódio de Texto Ex Machina

TEXTO EX MACHINA - EPISÓDIO 2.5 - GRÃO

Assista clicando AQUI!
Cena curta "Grão" de Bruno Alves
Atriz: Liza Schechtmann (sp)
Direção, fotografia e Montagem de Nivaldo Vasconcelos
Assistência - Patricia Galucci

REALIZAÇÃO

Coletivo Volante
Estúdio Atroá
Agradecimento - Maria João Filmes

Também no Youtube: https://youtu.be/Y3U-wTc-9O8




01 junho 2017

Junho tem mais Texto Ex Machina


Em Junho!
TEXTO EX MACHINA - EPISÓDIO 2.5 - GRÃO
Cena curta "Grão" de Bruno Alves
Atriz: Liza Schechtmann (sp)
Direção, fotografia e Montagem de Nivaldo Vasconcelos
Assistência - Patricia Galucci
REALIZAÇÃO
Coletivo Volante
Estúdio Atroá
Agradecimento - Maria João Filmes






#alagoas #maceio #maceioalagoas #mcz #dramaturgia #textoexmachina #texto #camera #atriz #diretor #audiovisual #dramaturgia #saopaulo #sp #coletivovolantedeteatro #estudioatroa #mariajoaofilmes

06 maio 2017

Está no ar o novo episódio de "Texto Ex Machina"

Mais um episódio de "Texto Ex Machina" no ar!
Fico muito feliz com essa oportunidade de compartilhar escritos com pessoas tão amadas.
Essa história começou em 2015 quando participei da oficina "SESC Dramaturgias: Escrever no labirinto" com Vinicius Souza.
Naqueles Dias pude entrar em contato com a palavra para o teatro e suas diversas possibilidades. Eu fiquei passado depois da oficina. Fiquei vendo dramaturgia em tudo. Mudou muita coisa em mim.
Desde então busquei escrever. Experimentar. E depois guardar na gaveta.
Não fosse Nivaldo Vasconcelos e o Estúdio Atroá esses textos, experimentos... Nem teriam saído da gaveta.
O melhor de tudo é poder contar com amigxs queridos que topam o desafio de fazer parte desse jogo de câmera, texto e atuação.
Eu fico encantado com as leituras que Nivaldo e as atrizes e atores fazem. Minha busca termina na escrita do texto e o que vocês veem no vídeo é resultado do encontro dessas palavras com seus corpos, com a câmera e a construção dos enquadramentos.
São muitas dramaturgias juntas que se completam quando você assiste.
Fico grato por esse projeto acontecer.
Muita gratidão!

Assista aqui:



Ou pelo facebook clicando AQUI!



05 maio 2017

Amanhã tem "Texto Ex Machina"!

Já está tudo pronto para mais um episódio de "Texto Ex Machina".
Amanhã às 19h na nossa página do facebook e no youtube!


TEXTO EX MACHINA - Episódio 2.4 - A Ronda
Texto - A RONDA, de Bruno Alves
Direção, fotografia e montagem - Nivaldo Vasconcelos
Com Elaine Lima e Nathaly Pereira
Assistência de direção e Maquiagem: David Oliveira
Parceria do Coletivo Volante de Teatro e Estúdio Atroá
Agradecimentos: Clowns de Quinta e DITEAL

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29 abril 2017

"Texto Ex Machina" volta em maio!





“Texto Ex Machina” vem mudando nesta segunda temporada.
Na primeira (2015) o texto era entregue poucos dias antes e na maioria das vezes era recebido pelas atrizes e atores na hora da gravação. Agora atrizes e atores recebem o texto várias semanas antes.
É importante que cada pessoa tenha tempo para estudar o material e possa assim se apropriar dele, trazendo elementos do seu trabalho na construção da leitura.
O cenário continua sendo principalmente a nossa casa, porém, a proposta começa a ser “volante” e passa a se deslocar por outros espaços quando for necessário.
A captação de som também mudou, antes o som da câmera era nosso único recurso, mas para ampliar a relação do espectador com o texto, decidimos explorar mais as questões de som direto através de outros dispositivos de captação.
TEXTO EX MACHINA é Fazer leituras de textos teatrais autorais através da plataforma do audiovisual, no entanto, a receita ficou mais recheada:
A câmera e o som + diretor + atriz e ator + texto estudado previamente + Espaço mutável = Texto Ex Machina.
Em maio contamos com a releitura dramatizada de Elaine Lima e Nathaly Pereira, atrizes/palhaças do grupo Clowns de Quinta, do texto “A RONDA”.
Assistam os nossos episódios ! Essa Machina é nossa!

15 fevereiro 2016

"Texto Ex Machina" Segunda Temporada em Março

 "Texto Ex Machina" está voltando!

 Novos textos, novos encontros e novos diálogos!

 Os textos estão em todos os lugares!
 Espalhados nas entrelinhas do nosso convívio…
 Em meio ao descarte urbano…
 Tudo serve para a poesia!
 Está chegando a hora de novos encontros de ator/atriz, o texto e a máquina!
 No mês de Março voltamos com a websérie!
 
 Espalha por aí!

 Enquanto não chegamos com as novas leituras confira os 7 primeiros episódios da nossa websérie.




Fotografias: Nivaldo Vasconcelos
Design Gráfico: Estúdio Estúdio Atroá


Sobre "Texto Ex Machina":

“Texto Ex Machina”, literalmente “texto saído da máquina” é uma websérie criada por Nivaldo Vasconcelos (Estúdio Atroá) e Bruno Alves (Coletivo Volante de Teatro) para o facebook e vem desde Julho de 2015, quinzenalmente, realizando um jogo de desafio de criações entre a dramaturgia teatral e o audiovisual.
 O desafio é simples: Com o uso de apenas uma câmera, um cenário (No caso a própria casa dos realizadores) e atores, construir episódios onde o foco é o texto e a experimentação audiovisual.


04 agosto 2015

Diálogos "Texto Ex Machina" 2º episódio por Nivaldo Vasconcelos

“Algumas brincadeiras e jogos nos arrastam, assim levemente, apressando com carícias curiosas os pés, nos guiando pra’beira do abismo... TEXTO EX MACHINA é este abismo, benditos os que me trouxeram aqui!
O exercício de criar para cinema se apresentou para mim como um laborioso quiproquó técnico: Grupos criativos, técnicos de som, luz, câmera, produção guerreira, busca por uma verossimilhança e naturalidade nas preparações de atores, regras a serem seguidas e que pareciam tão óbvias que às vezes me sentia um completo idiota em querer sugerir algo diferente, pós-produções milagrosas! Tudo muito honesto, tudo querendo ser cinema, se expressar da maneira que se acha correto e prazeroso, mas atrás da minha orelha, a pulga começou seu lento trabalho de alerta, essa seria a única forma de fazer cinema? Ser cinema? Experimentei essa forma de trabalhar em “A GENTE NÃO COMBINA COM ESSA SALA”, foram dois dias de filmagens intensas e cansativas, com uma equipe maravilhosa trabalhando pelo filme, mas também uma carga enorme de insegurança e estresse, muitos deles vindos de mim. Aquele filme foi catártico; uma das minhas maiores realizações pessoais, transformou o meu fazer, a partir dele a pulga cravou os dentes. Não precisava ser pela dor, exorcisei uma culpa cristã!
Meu modo de fazer mudou, fui buscando mais o mínimo, tentei encontrar ferramentas disponíveis, experimentei mais a minha linguagem independente do aparato técnico e fui flertando mais com a fotografia e montagem, ainda como um observador e essa forma de fazer reflete-se nos outros filmes seguintes. Aprendi que não devo tentar subverter a forma dos outros e sim a minha própria, é neste constante embate interno, que se dão meus processos criativos. Como realizar o que vejo, pré-sinto?


E aí chega TEXTO EX MACHINA, onde busco romper de vez com todas as impossibilidades de fazer, mas que me joga de cabeça diante das minhas impossibilidades. Não, o tremor na câmera não é sempre proposital, algum ou outro espasmo na montagem nem sempre é conceitual... Mas é o meu desenho!
O processo de fazer esta série/experimento vem sendo enriquecedor, o jogo de TEXTO EX MACHINA é fazer da câmera o expectador vivo da leitura, os olhos e ouvidos de fato, tudo é captado por ela, som e imagem (o microfone é o da própria câmera), obviamente em alguns momentos fico louco de vontade de incluir um microfone direcional pelo menos, mas isso seria trapaça! E o mais louco de tudo é que o texto é pouco conhecido pelos atores e não temos qualquer contato prévio, o encontro é ali, é agora. Vejo-me então diante de outra dificuldade técnica, a da direção. Cada ator demanda de uma necessidade, de um espaço específico para criar, sentir a coisa e existe o texto, que me evoca imagens e o grande vilão chamado tempo (o episódio II foi gravado em 5 horas), mas a ideia de unir a espontaneidade da ação sugerida pela linguagem do teatro em contraponto com o controle do plano e da luz que o cinema sugere é o grande mote das sequências de textos que serão lidos na série, e aí, a mágica começa a acontecer, o encontro criativo começa a promover seus resultados, os fios vão se tecendo e me levam para a montagem, outra técnica que não domino, mas a história está lá, a imagem já se formou - só preciso mostrá-la, e nada disso se completa sem a leitura do outro, faz parte do processo mostrar, dialogar com o público, ouvir o que se provocou, estimular que este público seja ativo e não mero expectador. 
E a transpiração vai trazendo resultado. 
Ainda é laborioso, ainda cheio de quiproquós técnicos, mas me soa mais possível.
Benditos os que me trouxeram aqui!”
Nivaldo Vasconcelos

Dia 13 de Agosto estreia o EPISÓDIO III de TEXTO EX MACHINA.
Assista o Teaser:
Os episódios de TEXTO EX MACHINA estarão quinzenalmente na Página do Coletivo Volante.

EPISÓDIO I
Primeiro episódio aqui:
EPISÓDIO II

23 julho 2015

"Texto Ex Machina" As Ruínas

No dia 30 de julho, às 20h, aqui na página do Coletivo Volante, estreia o segundo episódio de TEXTO EX MACHINA - Texto: As Ruínas, Leitura: Louryne Simões, Igor Rozza e Jadir pereira.
Assista ao vídeo de estreia de TEXTO EX MACHINA, uma websérie que pretende explorar e buscar relações entre o texto teatral e a linguagem audiovisual
EPISÓDIO 1
https://www.facebook.com/coletivovolante/videos/994968943876074/?pnref=story
E vejam em HD!
Texto - Domesticáveis (cena 1 - A Faca)
Texto e leitura - Bruno Alves
Direção, fotografia e montagem - Nivaldo Vasconcelos
REALIZAÇÃO
Coletivo Volante
Estúdio Atroá






17 julho 2015

Texto Ex Machina e a Direção de Nivaldo Vasconcelos





 "Para o primeiro episódio pensei muito no espaço. Tinha que falar desta relação entre palco e tela. Imaginei uma caixa preta, escura e insondável, se iluminando raramente para o monólogo da faca.
Comecei a trabalhar com o pensamento do espectador de uma cena teatral, para onde meus olhos e ouvidos eram atraídos pelo texto? E me deixei guiar captando som e imagem no mesmo dispositivo, desrespeitando os limites da aproximação ou a cautela para preservar a imagem (objeto tão vítima de fetiches), a aproximação gera distorções sonoras, variações de textura, acidentes incontroláveis.
Minha busca era diferente ali, buscava o que era tangível naquele diálogo, palpável a ponto de ser captado pela máquina(câmera), acontecendo num átimo e encontrando sua forma, eis o corpo..."
Nivaldo Vasconcelos



Diálogos "Texto Ex Machina" - Sobre a Direção: Nivaldo Vasconcelos





 Palavras sobre a direção:
“Durmo e acordo com esses textos escritos em surto de criatividade e trabalhados com afinco na mesa da varanda, na sala enquanto assisto filmes, no ônibus na volta para casa...
Tudo em Bruno nasce assim, com inquietante labor e em silêncio. Perturbador.

E sempre que termina de escrever, tenho o enorme privilégio de ouvir sobre suas criações, primeiramente de forma acanhada, eu às vezes finjo não me interessar, viver junto tem dessas coisas, cometemos alguns crimes, me pergunto agora o porquê deste falso desprezo: Chego à resposta, eu com meu cinema me distancio do palco de Bruno, eu buscando a palavra no gesto e ele o gesto na palavra. Essas linguagens parecem que caminham para o irremediável rompimento. Elas parecem não caber no mesmo espaço.

Mas eu sentado ao lado de Bruno, acordando, dormindo, sonhando, vejo, claramente, que estas fronteiras já se desfizeram, tanto do meu cinema é do teatro dele, talvez, muito do teatro dele vem do meu cinema. Ambos somos movidos pelos afetos aos nossos ofícios, somos consumidos pela mesma furiosa tormenta chamada “processo criativo”, queremos falar, ouvir, queimar - Nos arrastamos no mesmo fio da navalha – texto ou roteiro, imagem ou corpo, caixa cênica ou tela, o que se projeta é inquietude e paixão.

A ideia de TEXTO EX-MACHINA vem para celebrar essa união, teatro e audiovisual, texto e imagem, verbo e espectro. Parto do texto para encontrar uma forma, mas que esta seja palco para a palavra, para a poesia do que foi escrito na busca de uma dramaturgia própria.
E para essa empreitada resolvi lidar com as leituras da maneira mais simples: O texto e o ator, a câmera e o diretor, estamos todos com nossas ferramentas, verbo e corpo, lupa e olho, é isso que temos, é com isso que faremos.

Devemos fazer! Deixar ecoar que tudo nasce livre e possível. Não acredite no plano errado, na fórmula do correto, no perfeito equilíbrio. Estes textos lidos para câmera, talvez aberrações no que se diz “corrente” para o cinema, para mim, soam possíveis.
Podemos nos encontrar! Podemos ler, reler e transformar. Podemos estar juntos! O texto e a câmera, a câmera e o texto.
Apresento-lhes TEXTO EX MACHINA.”

Nivaldo Vasconcelos

16 julho 2015