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01 abril 2016

Texto Ex Machina com Homero Cavalcante



VOLTAMOS!

"Texto ex Machina"em sua segunda temporada traz um trecho do espetáculo "Volante".
Esse é o texto que dá o nome do nosso coletivo.
Dos textos atuais da última temporada esse é o único que virou espetáculo de teatro.
O espetáculo "Volante" celebra um ano de sua estreia em março de 2015 e em comemoração iniciamos essa nova temporada com uma de suas cenas e a leitura de um dos mais respeitados atores alagoanos: Homero Cavalcante.







A proposta continua a mesma: Uma câmera e um diretor, um texto e um ator, assim se dá o exercício desta websérie.




EPISÓDIO 2.1
Texto: Volante de Bruno Alves
Leitura: Homero Cavalcante
Direção, fotografia e montagem: Nivaldo Vasconcelos
Uma realização:
Coletivo Volante
Estúdio Atroá







15 fevereiro 2016

"Texto Ex Machina" Segunda Temporada em Março

 "Texto Ex Machina" está voltando!

 Novos textos, novos encontros e novos diálogos!

 Os textos estão em todos os lugares!
 Espalhados nas entrelinhas do nosso convívio…
 Em meio ao descarte urbano…
 Tudo serve para a poesia!
 Está chegando a hora de novos encontros de ator/atriz, o texto e a máquina!
 No mês de Março voltamos com a websérie!
 
 Espalha por aí!

 Enquanto não chegamos com as novas leituras confira os 7 primeiros episódios da nossa websérie.




Fotografias: Nivaldo Vasconcelos
Design Gráfico: Estúdio Estúdio Atroá


Sobre "Texto Ex Machina":

“Texto Ex Machina”, literalmente “texto saído da máquina” é uma websérie criada por Nivaldo Vasconcelos (Estúdio Atroá) e Bruno Alves (Coletivo Volante de Teatro) para o facebook e vem desde Julho de 2015, quinzenalmente, realizando um jogo de desafio de criações entre a dramaturgia teatral e o audiovisual.
 O desafio é simples: Com o uso de apenas uma câmera, um cenário (No caso a própria casa dos realizadores) e atores, construir episódios onde o foco é o texto e a experimentação audiovisual.


14 outubro 2015

Diálogos "Texto Ex Machina" por Bruno Alves

“Volante” é coisa mutável e que se desloca facilmente!
Virar a máquina e começar a descobrir outra possibilidade de criação dentro do contexto de “Texto Ex Machina” foi uma experiência enriquecedora.
Não costumo fotografar as coisas. Eu vivo as experiências e não tenho na maioria das vezes uma foto para lembrar aqueles momentos.
Morria de medo de encarar a máquina e se permitir vivenciar a construção de uma história através de uma lente, mas a “con-vivência” faz isso. Vou aprendendo a apreciar e a entender as possibilidades de diálogos que ela pode trazer.

tempo de usar as mãos e vencer os fantasmas

Nivaldo escolheu o texto e falou que queria atuar. No inicio pensei que fosse brincadeira, porém a coisa foi ficando séria e quando vimos já era hora de se permitir.
Isso me desbloqueou em muitas coisas, principalmente no que diz respeito a experienciar e se permitir brincar de fazer pra valer.
Quando iniciamos a gravação existia um receio singelo “encolhido no canto da parede” de ambas as partes. Era a nossa primeira vez! Moramos na mesma casa e era como se estivéssemos nos conhecendo naquele momento.
Eu tinha que entender o que eu queria da leitura de Nivaldo. Eu tinha principalmente de me entender com a câmera. Pela primeira vez eu não a esqueci, pois geralmente eu esqueço o monitor da máquina e assisto a cena do jeito que eu quero. É que meu olhar foi educado para o teatro e lá a gente vê o todo acontecendo e direciona o olhar para onde nos chama atenção. Entender que com a câmera não seria muito diferente me ajudou a imaginar que eu assistia a peça e com a ajuda dela ia vendo no enquadramento aquilo que me chamava para perto.

Nivaldo foi um ator disciplina com o texto e trouxe muitas propostas com o corpo para a construção, difícil mesmo era perder o controle da situação, coisa normal quando se é acostumado a estar por trás da câmera, porém eu fui assumindo aquele lugar que eu me permitia e fomos abrindo espaços para essa inversão. Entender o momento de inversão foi fundamental para que assumíssemos o desafio de fazer algo diferente de nossas experiências anteriores. Era questão de generosidade e de viver o lado do outro naqueles instantes.
Eu fiquei com muita vontade de gravar mais, para minha surpresa. Era como quando você se apaixona a primeira vista, mas no meu caso eu perdi a conta das vistas, porque foi preciso chegar esse momento para dizer que é possível e que é permitido por que nós nos permitimos.
Vamos seguindo com as próximas experiências, porque mudar o jogo e buscar outros caminhos é sempre necessário.



Bruno Alves

Assista ao Episódio VII clicando no link:


10 outubro 2015

Diálogos "Texto Ex Machina" por Nivaldo Vasconcelos


Nivaldo Vasconcelos diretor, fotógrafo e montador da Websérie Texto Ex Machina nos fala sobre a inversão de papéis do episódio VII.
Confere!


EPISÓDIO VII 
(Especial: A MACHINA VIROU)

Texto: Macbeth, de Shakespeare
Leitura: Nivaldo Vasconcelos

Direção e Fotografia: Bruno Alves
Montagem: Nivaldo Vasconcelos

Uma realização:
Coletivo Volante

 Assista clicando aqui:

08 outubro 2015

Texto Ex Machina - Episódio VII

Assista ao episódio VII de Texto Ex Machina!
EPISÓDIO VII 
(Especial: A MACHINA VIROU)

Texto: Macbeth, de Shakespeare
Leitura: Nivaldo Vasconcelos

Direção e Fotografia: Bruno Alves
Montagem: Nivaldo Vasconcelos

Uma realização:
Coletivo Volante

Clicando aqui:



07 outubro 2015

Teaser Episódio VII "Texto Ex Machina"

Assista ao teaser do episódio VII!
No ar amanhã, 08-10, às 20h na página do Coletivo Volante.

https://www.facebook.com/coletivovolante/videos/1035638419809126/




"Texto Ex Machina" A Máquina Virou!

A máquina virou!



“Texto Ex Machina” chega ao seu episódio VII e desafia a nós que nos permitimos brincar com as palavras e imagens.
O jogo virou!
Agora é hora de inverter os papéis e criar possibilidades de diálogos entre quem constrói uma dramaturgia para as telas e quem a constrói para um palco.
O texto escolhido para esse episódio quebra e vira a mesa da proposta dos textos inéditos e de dramaturgos do nosso tempo. Voltamos a William Shakespeare, porque revisitar o “passado” se faz necessário nesse caminho a se trilhar.
O cenário continua sendo o mesmo: a nossa casa.
Os recursos são os que por aqui existem e possibilitam experienciar uma construção com lanternas e luzes de vela.
O dramaturgo vira diretor e fotógrafo. 
O diretor e fotógrafo da série agora vive a experiência de estar diante da máquina buscando um diálogo e uma reconstrução poética, maldita e volante como todos nós!


EPISÓDIO VII 
(Especial: A MACHINA VIROU)
Texto: Macbeth, de Shakespeare
Leitura: Nivaldo Vasconcelos
Direção e Fotografia: Bruno Alves
Montagem: Nivaldo Vasconcelos
Uma realização:
Coletivo Volante
Estúdio Atroá

Assista aqui: